Após denúncia sobre suposta venda de cães do caso Padre Egídio, Guga Pet se pronuncia e esclarece destino dos animais
Uma denúncia envolvendo o vereador de João Pessoa Guga Pet (PP) repercutiu nesta quinta-feira (12) após a divulgação de informações sobre uma suposta venda de cães resgatados durante a operação que investigou irregularidades no Hospital Padre Zé, caso que teve como um dos investigados o padre Padre Egídio de Carvalho Neto.
A informação foi divulgada pelo apresentador do programa Ô Paraíba Boa, da Rádio 100.5 FM. Segundo ele, há uma investigação em andamento baseada em denúncias anônimas que apontariam a possível venda de cães da raça Lulu da Pomerânia, encontrados durante uma das operações.
De acordo com o comunicador, cerca de 15 animais foram localizados na ocasião e teriam sido entregues ao então vereador para que fossem cuidados e posteriormente encaminhados para adoção. “Todos lembram do escândalo envolvendo o padre Egídio. Em uma das operações da Polícia Federal, foram encontrados 15 cachorros da raça Lulu da Pomerânia, cujo valor pode chegar a até R$ 20 mil. Esses animais foram entregues ao então vereador Guga Pet para que ele cuidasse e providenciasse a destinação adequada”, afirmou.
Fabiano Gomes acrescentou que recebeu informações de que haveria uma investigação relacionada ao destino de alguns dos animais. “Ontem à noite recebi a informação de que há uma investigação em andamento sobre a suspeita de que Guga Pet teria vendido alguns desses animais. Estamos falando de cães que podem custar até R$ 20 mil”, declarou.
Na Câmara, Guga Pet esclareceu que atuou apenas como tutor provisório dos animais. Ele destacou que “durante todo esse período, acompanhei integralmente o atendimento veterinário, os cuidados necessários e todo o tratamento médico dispensado aos animais” e que “todo o procedimento de adoção responsável foi devidamente conduzido e acompanhado em estrita observância às determinações do GAECO e do Ministério Público da Paraíba”, destacou.

