segunda-feira, março 9, 2026
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Professora cria projeto na UEPB para acolher e dar protagonismo a mulheres na área da computação

Uma professora paraibana tem incentivado a participação de mulheres em cursos de computação na cidade de Campina Grande, Agreste da Paraíba. Em 2020, com apenas duas alunas, Luciana deu os primeiros passos e criou o projeto Mulheres na Computação com a ideia de oferecer uma rede de apoio para alunas da UEPB e de divulgar a área da tecnologia para a comunidade local. Hoje, o grupo recebe várias estudantes.

Luciana Gomes é professora do curso de Ciência da Computação da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), no campus de Campina Grande. Na época em que era estudante Luciana já percebia a baixa quantidade de colegas mulheres em cursos de exatas na universidade. Anos depois, em 2020, quando já era docente da UEPB, decidiu fazer algo para mudar essa realidade.

Durante o percurso, a professora percebeu que através das atividades em grupo, muitas alunas estavam desenvolvendo habilidades não somente técnicas, mas também de desenvoltura profissional. Algo que, para a professora, é fundamental em um mercado dominado por homens.

O impacto positivo na vida das estudantes tem sido um combustível para Luciana. Uma das histórias que a marcou foi a de uma ex-aluna com quem trabalhou por dois anos no projeto.

A professora relata que a garota, natural do interior da Bahia, não tinha certeza se queria ou não seguir uma carreira profissional na área da computação, mas ao entrar no projeto Mulheres na Computação, conseguiu amadurecer e desenvolver várias habilidades tanto no mercado quanto na pesquisa acadêmica.

Durante o percurso, a professora percebeu que através das atividades em grupo, muitas alunas estavam desenvolvendo habilidades não somente técnicas, mas também de desenvoltura profissional. Algo que, para a professora, é fundamental em um mercado dominado por homens.

O impacto positivo na vida das estudantes tem sido um combustível para Luciana. Uma das histórias que a marcou foi a de uma ex-aluna com quem trabalhou por dois anos no projeto.

A professora relata que a garota, natural do interior da Bahia, não tinha certeza se queria ou não seguir uma carreira profissional na área da computação, mas ao entrar no projeto Mulheres na Computação, conseguiu amadurecer e desenvolver várias habilidades tanto no mercado quanto na pesquisa acadêmica.

Transcrição G1/PB

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