segunda-feira, fevereiro 2, 2026
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Maduro teria sido capturado por tropa de elite dos EUA durante operação militar na Venezuela; veja vídeo

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, teria sido capturado na madrugada deste sábado (3) durante uma operação militar conduzida pelos Estados Unidos. De acordo com informações divulgadas pela emissora norte-americana CBS News, a ação teria contado com a atuação direta da Delta Force, unidade de elite do Exército dos EUA especializada em missões de alto risco e alvos estratégicos.

Segundo a reportagem, integrantes da Delta Force participaram da operação que resultou na detenção do líder venezuelano, em meio a um ataque descrito como de grande escala contra alvos no território da Venezuela. Até o momento, não há confirmação independente sobre o local exato da captura nem sobre as circunstâncias detalhadas da ação.

Poucas horas após a divulgação da notícia, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou publicamente a detenção de Maduro. Em publicação em rede social, Trump afirmou que forças norte-americanas realizaram com sucesso a operação e que Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram retirados do país por via aérea. O presidente norte-americano, no entanto, não informou para onde o casal foi levado.

Do lado venezuelano, o governo afirmou não ter informações oficiais sobre o paradeiro do presidente. A vice-presidente Delcy Rodríguez declarou, em áudio exibido pela televisão estatal, que desconhece o destino de Maduro e de Cilia Flores e exigiu uma comprovação imediata de que ambos estão vivos. “Exigimos uma prova de vida imediata do presidente Nicolás Maduro e da primeira combatente Cilia Flores”, afirmou.

A Delta Force, citada como responsável pela captura, é conhecida por atuar em operações sigilosas e de alta complexidade, incluindo missões de contraterrorismo, resgate de reféns e ações diretas contra alvos considerados estratégicos pelos Estados Unidos. A unidade raramente tem suas operações confirmadas oficialmente.

Trump anunciou ainda que mais detalhes sobre a operação serão apresentados em uma coletiva de imprensa marcada para as 13h (horário de Brasília). Até lá, autoridades norte-americanas não divulgaram informações adicionais sobre o desfecho da ação, possíveis consequências diplomáticas ou o destino final do presidente venezuelano.

A situação segue em desenvolvimento e deve provocar forte repercussão internacional, com impactos políticos e diplomáticos ainda difíceis de dimensionar.

Em comunicado, o chanceler venezuelano Yvan Gil informou que a Venezuela rejeita, repudia e denuncia perante a comunidade internacional a grave agressão militar perpetrada pelo atual governo dos Estados Unidos contra o território venezuelano e sua população nas áreas civis e militares de Caracas, Miranda, Aragua e La Guaira.

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