Politica

Lucas Ribeiro (PP) é reeleito governador da Paraíba

O atual governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), 37, foi reeleito neste domingo (4) e comandará o Executivo do estado pelos próximos quatro anos.

Com 97,72% apuradas, Lucas marcava 64.28% dos votos (1.434.748 votos); em segundo lugar, aparece Efraim Morais (PL), com

24,22% dos votos (540.473 votos).

Cícero Lucena (MDB) obteve 246.222 votos (11,03%); Yuri Ezequiel (UP), 8.149 votos (0,37%), e Camilo Duarte (PCO), 2.337 votos (0,10%).

Lucas Ribeiro é advogado e mestre em desenvolvimento regional pela UEPB (Universidade Estadual da Paraíba). Foi vereador, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação e vice-prefeito de Campina Grande.

Lucas é filho da senadora Daniella Ribeiro (PP) e sobrinho do deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP).

A vice-governadora na chapa de Ribeiro é a médica Lígia Feliciano (União Brasil). Ela já foi eleita para o posto em outras duas oportunidades; em 2014, para o segundo mandato de Ricardo Coutinho, e em 2018, na chapa de João Azevêdo.

Em agosto, Lula (PT) pediu votos para Lucas Ribeiro. “Tenho muito orgulho de tudo que estamos fazendo aqui na Paraíba. Estamos prontos para muito mais”, disse na ocasião.

Quando era pré-candidato, Ribeiro evitava citar as eleições presidenciais, em uma estratégia para não afastar o eleitorado bolsonarista. Na convenção, porém, declarou voto em Lula. A coligação conta com partidos como PT, PC do B, PSB, Republicanos e Podemos.

Entre as principais propostas de Ribeiro durante a campanha estavam ampliar o programa Opera Paraíba, fortalecer a inteligência policial e atrair novas indústrias.

O adversário Efraim Filho, senador que contava com apoio declarado de Flávio Bolsonaro (PL), tinha como propostas a retirada de presídios de áreas urbanas, concursos na segurança pública, delegacias 24 horas e contratação temporária de serviços da rede privada de saúde. Nas redes sociais, publicou conteúdo pedindo votos de quem é contra doutrinação ideológica nas faculdades e escolas, aborto e liberação das drogas pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

 

Redação com UOL

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