João ainda não removeu dos porões a borra socialista; auxiliar de sua gestão pune com prisão quem chamou Ricardo de bandido e ladrão

O governador João Azevedo vem promovendo uma faxina na sua gestão afastando a borra socialista que se agarra ao poder com unhas e dentes, mas só a caneta pode se mostra eficaz para varrer para os monturos os mais persistentes.

Há setores, os mais sombrios e tenebrosos, que as luzes das investigações ainda não iluminaram e se mantêm escondidos como ratos nos bueiros, esperando passar o vendaval para voltar roer o queijo gordo do Poder.

Um dos pilares de sustentação do esquema de Ricardo, coronel ainda continua deitando e rolando no Governo de João

Mesmo disfarçado, dissimulados, enfeitados de amigos prestimosos e auxiliares serviçais, cujo senhor é o Poder único e somente, suas impressões criminosas podem ser detectadas em situações as mais escabrosas onde a deslealdade salta a vista e sem sombra de dúvida.

O episódio que inunda a internet de asco e indignação pode dar a exata medida do que são capazes esses capachos da servidão crônica aos poderosos de plantão, cevados nesses oito longos anos de corrupção sistêmica que deteriorou o estado paraibano.

Euller pune sargento para defender a “honra” enxovalhada de Ricardo

Eles não medem consequências para adular quem segura a caneta e os mantêm nos cargos, conquistados graças aos serviços criminosos que podem prestar como se viu a partir das revelações da Operação Calvário e que ainda faltam chegar nesses bolsões da criminalidade, já em parte reclusa por determinação da Justiça.

Ao dar declarações que antecipavam o cenário de bandidagem, descrito e exposto pela Operação Calvário, o sargento Sóstenes foi sordidamente perseguido em nome de um regimento militar que acoberta o regime de submissão plena a que estão submetidos os militares mesmo quando professam e alardeiam verdades.

Sargento Sóstenes antecipou os acontecimentos e previu Ricardo preso como ladrão, mas foi punido pela premonição

Ao taxar de ladrão o hoje notoriamente ladrão, Ricardo Coutinho, haja vista as irrefutáveis provas, colhidas pelas investigações do Ministério Público, o sargento foi indiciado em inquérito militar e agora condenado mesmo diante das provas cabais de que não mentia a respeito do ex-governador.

O ato de notificação registrado em vídeo que circula pela internet causou estarrecimento e muita indignação por revelar a dubiedade do comandante geral ainda comandante geral, mas que balança na corda bamba da deslealdade crônica que caracteriza seu caráter de aventureiro do Poder à espera de que, a caneta e o diário encerrem sua repudiada e asquerosa participação na vida públicas.

Indícios apontam para a participação dos dois no esquema de Ricardo; espera-se João sacar a caneta a qualquer momento

Notoriamente desleal haja vista sua trajetória de trapezista, pulando de trapézio em trapézio a cada eleição, mudando de circo como quem muda de roupa, acusado e suspeito das mais absurdas irregularidades só toleradas num Governo como o que foi desvendado pelas investigações policiais, ele insulta a probidade com a desfaçatez dos inescrupulosos.

O vídeo mostra a falta de pudor de quem assiste camuflado o desmoronar de um esquema político do qual participou como personagem de destaque e cujas digitais podem ser encontradas no cenário do crime sem a necessidade de lupas e que, mesmo diante das evidências, não recua no propósito de perseguir quem disparou a verdade com a precisão dos atiradores de elite.

Jean (D) foi espionado por agente lotado no gabinete do coronel

A defesa de uma honra rota e maltrapilha, transformada em pano de chão pelas investigações atuais, revela que lado está e de que lado vai permanecer esse Judas de farda, esse Calabar da atualidade e quais os serviços que continuará prestando a essa organização desbaratada já que parte integrante e atuante haja vista as muitas denúncias ignoradas pelo supremo chefe da organização.

Se João Azevedo tem consciência de que será alvo de ódios e rancores é bom se prevenir contra essas víboras ainda escondidas debaixo dos tapetes do Poder prontas para morder assim que a ocasião se apresentar como faz agora perseguindo um subalterno que defendeu a verdade quando todos a desconheciam.

Se antes ele já usava espiões para vasculhar a intimidade da atual gestão como aconteceu na Secretaria de Segurança que dirá agora quando esses serviços sórdidos serão de grande utilidade para o esquema desbaratado e do qual demonstra ainda ter estreitas relações ao ponto de defender com injustiças quem ousa ataca-lo.

Caso do espião

Para que se possa calcular toda capacidade de manipulação do coronel sobrevivente da tripulação atirada ao mar pelo vendaval da Operação Calvário, o caso do espião flagrado bisbilhotando a vida do secretário de Segurança Jean Nunes, é emblemático:  depois de ver retirado de sua alçada o inquérito para apurar os fatos, numa manobra rápida, o coronel resgatou das vicissitudes da vida um companheiro de farda e o introduziu na Corregedoria de onde foi designado para presidir o inquérito que, ao final, deve dar em pizza como almeja o fiel escudeiro de Ricardo, plantado firme e forte no interior do Governo que receia ser atacado pelas forças socialistas, em furor contra o ex-aliado, agora principal inimigo e alvo preferencial de suas vinditas.

Para esse clima de guerra declarada ninguém melhor posicionado para continuar bisbilhotando a intimidade do Governo de João do que o homem suspeito de comandar o esquema de espionagem montado ao lado do seu gabinete e manipulado por ele sem fiscalização e sem controle dos órgãos competentes, numa missão de servir a dois senhores com a desfaçatez e a intrepidez dos mercenários.

Para esse, se não pode a corda, tem que se usar a caneta.

Atualizado às 10:38