Enquanto a bandinha toca, cinco pessoas são assassinadas na PB, e quatro feridas à bala durante o final de semana

Não há mais freio para a violência na Paraíba. Os finais de semana transformaram-se em maratonas sangrentas e o número de homicídios volta a disparar mostrando que a sabotagem denunciada pelo governador João Azevedo ao seu Governo continua em atuação de forma acintosa e insolente já que pela violência incontida alguma coisa deixou de funcionar ou funciona de forma precária na intenção de desgastar o governador e fornecer munição para os adversários detonarem sua gestão.

Também se morre dentro de casa na PB

O setor de Segurança estaria apostando no pior se tornar o melhor para que comparações possam ser feitas entre gestões e esse descalabro sirva para alimentar lives na internet onde esse cotejamento já foi feito em relação a Saúde.

Como as providências que o setor de Segurança urge e exige não são tomadas e o que continua permanece embuçado em pirotecnias, disfarçando a inoperância com retretas e outras bobagens que não contêm a violência sem controle e de quebra sem autoridade pelo descrédito que os escândalos e suspeitas afundaram os dirigentes.

A violência recrudesceu de forma alarmante e o aparelho policial limita-se ao registro das ocorrências e quando reage, de forma patética, restrita a iniciativas individuais, esporádicas, em alguns casos por quem já está na reserva muito mais uma vítima da violência desenfreada.

Na rua e nos bares também

Uma passagem rápida pelas páginas policiais revela o pandemônio instalado nas barbas do Governo, onde um retrocesso a números devastadores – quase 400 pessoas mortas nos primeiros quatro meses do ano – confirma que o setor não tem controle nem planejamento reforçando a suspeita de sabotagem denunciada pelo próprio governador, meses atrás, já que a eficiência tão exaltada na gestão passada deixou de existir num passe de mágica principalmente depois do rompimento politico entre Ricardo e João.

O sangue se espalha sob o olhar indiferente do Governo

Nesse final de semana, três homens foram mortos na região metropolitana da capital, mais um em Itabaiana e outro em Mulungu, e quatro pessoas feridas à bala em bairros da cidade sendo uma no Conde.

Enquanto esse pandemônio se alastra a bandinha toca para declínio de um Governo que não se decide amputar o que ainda persiste da organização criminosa denunciada pelo Gaeco ainda em plena atividade e disposta enfrentar acintosa e insolentemente quem se atrever soltar as mãos.