Ronaldo Guerra estaria desrespeitando orientações do Governador e incentivando alianças com o PSB no Litoral e no Curimataú

Informações sobre alianças para as eleições municipais revelam situações escabrosas onde a esperteza rasteira e barata estaria conduzindo o processo eleitoral.

Segundo aliados do Governador, Guerra mais prejudica do que ajuda

E uma certa figura alçada ao cume do olimpo político paraibano pelas mãos honradas do ex-presidente do PPS, hoje, Cidadania, Nonato Bandeira, teria tomado os freios nos dentes e atropelado recomendações taxativas do governador Joao Azevedo, fazendo prevalecer seus instintos de carcará, ao selar alianças com o PSB de Ricardo Coutinho, a quem João pretende sepultar definitivamente nas urnas e recomendou distância.

Retirado não se sabe de onde e porquê, o presidente do Cidadania, Ronaldo Guerra, vem contrariando sistematicamente as recomendações partidárias, prejudicando mais do que ajudando como já foi denunciado por aliados do governador na cidade de Conde e, agora, por vários prefeitos do Curimataú, onde Guerra estaria trabalhando na surdina para consolidar alianças com partidários do ex-governador Ricardo Coutinho.

Pelas costas de João, Guerra constrói alianças com o PSB

Os prefeitos de vários municípios da região, entre eles, Aguifaildo Lira Dantas (Frei Martinho), Jarson Santos da Silva (Nova Floresta) e Eduardo Roniele Dantas (Cubati), já protestam contra essa movimentação subterrânea do aprendiz de feiticeiro, cujas digitais também são marcantes na lama que afoga a política de Bayeux.

Pelo dito e pelo acontecido, Ronaldo Guerra estaria iniciando carreira solo como estrategista politico e agindo por conta própria sem consultar mentes superiores, que deram vida a sua insignificância e o retiraram do anonimato, onde chafurdou por muito tempo depois de ser escorraçado da prefeitura de João Pessoa, por Luciano Cartaxo.

Nonato planejava entregar o partido a um político com mandato, mas teria sido passado para trás pelo astuto Guerra

Guerra teria assumido a interinidade do Cidadania, depois que Bandeira afastou-se, mas defendendo o compromisso de entregar a legenda para um filiado detentor de mandato, o que não se fez até agora e Guerra continua agindo como macaco em loja de porcelana na construção de projetos políticos, cujos interesses, prevalecentes, seriam aqueles que alimentam sua cobiça e vaidade.

O que vem acontecendo no Curimataú também teria sido reproduzido no Litoral Sul, onde até indicações de aliados do governador foram sacrificadas em atenção aos interesses de Márcia Lucena com quem Guerra estaria mantendo conversações sorrateiras, conforme denúncias de prejudicados.

Com a mão no leme das alianças, o presidente do Cidadania não estaria respeitando as recomendações do governador misturando alhos e bugalhos, em troca de supostas vantagens que extrapolariam as fronteiras da política, enveredando pelos atalhos de projetos personalistas, bastante rentáveis, como se suspeita e se comenta lá em Conde.