João e certas companhias, introduzidas em palácio pelos zumbis do passado ainda exalando o cheiro dos cadáveres insepultos

O governador João Azevedo é um homem temerário e revela não ter medo nem precaução contra escândalos. Isso pode ser comprovado pelo longo tempo que levou para exonerar os integrantes da quadrilha girassol encravada na sua gestão com o apelo cretino da continuidade e cujos indícios de comprometimento com a corrupção saltavam aos olhos de todo menos aos do ingênuo João, morando hoje num Butantã no qual foi transformado o Palácio da Redenção, por onde serpentes, de todas as peçonhas, coleiam pelos tapetes suntuosos a destilar veneno por todos os poros.

Nesse palácio habitam muitos fantasmas do passado

O governador mostra-se um homem sem malícia e pessimamente assessorado politicamente por aprendizes de feiticeiros cuja magia quando muito consegue produzir fumaça necessária apenas para encobrir as negociatas políticas, envolvendo personagens cuja estatura não ultrapassa a dos pigmeus.

João e a sua proverbial ingenuidade politica

Ainda debaixo das sombras turvas da Operação Calvário, dependurada sobre sua cabeça como a espada de Dâmocles, João na sua credulidade política se deixar levar por esses conselheiros de fancaria, cuja trajetória agita-se nas roletas e nas bancas, emprestando à esperteza dotes de inteligência e sabedoria.

Nessa temeridade infantil, Joao arrisca-se atravessar o mangue que separa Bayeux da capital e abraçar certas pretensões cujo odor exala o cheiro enjoado dos leitos de rio, onde abundam os caranguejos e outros moluscos.

Bayeux é um território minado pela corrupção endêmica que assola esse país e esse estado, palco de retumbantes episódios, onde cuecas e outros apetrechos, que enfeitam a indigência moral da imensa maioria da classe política do município, se destacam, sempre prontos demonstrar que o repertorio de imoralidades não se esgota.

Essas calamidades morais já ocuparam e estarreceram o noticiário do país, e protagonistas dessa indecente crônica permanecem em evidência numa guerra constante pelo controle da cidade onde alcovas e gabinetes são devassados, expostos a gravações que, se exibidas fariam João evitar certos contatos e afastar certos assessores.

Nem mesmo a ingenuidade justificaria certos projetos pelo alto risco, verdadeiros paióis prestes a explodir com a intensidade dos depósitos de Beirute levando João e a sua docilidade política para os quintos do inferno num piscar de olhos; e não são poucas as evidencias dessa tragédia anunciada, cuja imprudência e impudicícia de certos sabichões não hesitam arrastar o governador para o epicentro desse ambiente de situações insondaveis.

Como ainda não inventaram um aparelho para aferir o grau de contaminação da corrupção e como Bayeux é um território reconhecidamente de alta contaminação, qualquer assessor, com um mínimo de prudência, não aproximaria uma autoridade da projeção de um Governador a certas personalidades desse mundo devastado pela ausência de ética e moral.

Está na hora de João rever certos conceitos sobre moralidade e nunca esquecer que ao seu redor ainda é possível farejar o odor putrefato que certas companhias ainda transpiram pelo contato íntimo que tiveram com os cadáveres ambulantes, aqueles que circulam por ai, insepultos pela complacência com que ainda são tratados e preservados por determinados zumbis.

Tarde fria

Na tarde de hoje (06), acompanhado do deputado estadual João Gonçalves, fomos recebidos pelo governador João Azevêdo.

Tivemos a garantia da parceria do Governo do Estado através de obras e ações que devem ser desencadeadas em nossa cidade, a exemplo da pavimentação asfáltica de ruas e avenidas, construção de praças e equipamentos de esporte e lazer, além do importante apoio na área da saúde, tão necessário neste momento de pandemia.

Ao fundo, do alto de sua cadeira, João contempla a devastação do mangue

No encontro, que ainda contou com o presidente da executiva estadual do Cidadania, Ronaldo Guerra, o governador fez elogios à nossa gestão à frente da Prefeitura de Bayeux, na qual estabilizamos a máquina pública em pouco mais de dois meses de mandato com o pagamento de três folhas em menos de 30 dias e um rombo de mais de R$ 11 milhões quitado, pondo em dia os salários dos aposentados, há cerca de 60 dias sem receber seu vencimentos.

O governador recebeu os nossos pleitos e garantiu o pronto atendimento, entendendo a urgência com que precisamos agir para sanar os problemas encontrados por nossa gestão ao assumirmos a cidade.