De acordo com publicação nas redes sociais, ele deixou o Brasil após a condenação. A associação afirma que Lisboa atuava como adestrador de animais e estava afastado da família.
Correa havia sido preso na Argentina em novembro de 2024, durante uma blitz na província de San Luis, enquanto seguia em direção à Cordilheira dos Andes. A extradição dele foi solicitada pela Justiça brasileira.
A Conare, que concedeu refúgio a Correa, é composta por integrantes dos ministérios argentinos das Relações Exteriores, da Justiça e do Interior. Além disso, é assessorada pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados e organizações não governamentais, mas que não têm direito a voto.
Apesar de o governo afirmar que a decisão da Conare é autônoma, pessoas envolvidas com julgamentos de extradições argumentam que a decisão final é do poder Executivo.
Outros quatro brasileiros, cuja extradição foi determinada junto com Borges, aguardam a decisão da Conare em prisão domiciliar. Eles recorreram da decisão judicial à Suprema Corte do país.