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EPC lança terceira edição da revista Vivências Femininas

A Empresa Paraibana de Comunicação (EPC) lançou, nessa terça-feira (31), a terceira edição da revista Vivências Femininas, publicada anualmente no mês de março em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. O lançamento aconteceu na Noite da Literatura Paraibana, evento realizado na Livraria A União, em João Pessoa. Hoje, os assinantes do jornal A União receberam a publicação encartada no periódico.

Vivências Femininas conta histórias de mulheres paraibanas que, com suas experiências, abrem espaços para maior presença feminina em segmentos diversos. Têm lugar de fala na revista a cantora do coco de roda, a pesquisadora de botânica, a artista plástica que busca em elementos da natureza as cores para as suas obras de arte, e, ainda, a atleta que superou adversidades e se tornou uma medalhista internacional

As 18 mulheres que fazem parte desta terceira edição são exemplos de como, no dia a dia, elas contribuem com a sociedade, e que mesmo tendo obstáculos e desafios que exigiram persistência, força, coragem, resiliência, esperança, criatividade, e talento, conseguiram seguir em frente com seus sonhos e suas vidas.

Foram entrevistadas: Vó Mera, Marlene Almeira, Eneida Agra Maracajá, Lucy Alves, Maria de Fátima Agra, Margareth Diniz, Francilene Procópio Garcia, Maria José de Lima da Silva, Roseli Garcia, Andréia Barros, Manuelina Hardman, Érika Marques, Silvana Fernandes, Lucilene Meireles, Luciana Rabay, Marielza Rodriguez, Rosália Lucas e Marcela Tárcia.

No texto de apresentação da revista, Naná Garcez, diretora-presidente da EPC, afirma que “segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, considerando os dados do censo de 2022, na população paraibana, as mulheres representam 51,72% do total. Portanto, numericamente, somos maioria. No entanto, temos pequena participação nas casas legislativas e nos partidos políticos, que definem as leis que norteiam a vida em sociedade. Também somos poucas em cargos de liderança, tanto no setor público como no setor privado. Porém, há avanços, principalmente viabilizados por acesso à educação, ou por talentos manifestados em diversas expressões culturais, como música, artes plásticas, literatura, ou, ainda, no esporte, na ciência e no mundo dos negócios”.

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