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36º Salão do Artesanato Paraibano garante visibilidade e renda aos artesãos

O 36º Salão do Artesanato Paraibano realizado em Campina Grande fomenta o artesanato do estado, garantindo uma grande vitrine para os artesãos, na realização de negócios e geração de renda, neste período dos festejos juninos, quando milhares de turistas estão na cidade e encontram no espaço a melhor opção para adquirir peças do rico e diversificado artesanato paraibano.

Realizado pelo Governo do Estado da Paraíba, por meio do Programa do Artesanato Paraibano (PAP)/Secretaria de Estado do Turismo e do Desenvolvimento Econômico, e pelo Sebrae, o Salão de Artesanato está aberto até o dia 2 de julho, das 15h às 22h, na Avenida Brasília, numa grande estrutura montada no terreno ao lado do Partage Shopping.

Com cerca de 500 expositores de várias tipologias, o Salão faz uma homenagem à Feira Central de Campina Grande, com o tema “Tudo Vira Arte” na Feira de Campina, enchendo o espaço de cor e energia. “O Salão é fruto de um trabalho realizado o ano inteiro junto aos artesãos que nesta época ganham uma visibilidade ímpar para obter renda extra e oportunidade de negócios futuros. Reunimos num só lugar opções para todos os gostos e bolsos que satisfazem visitantes e artesãos”, disse a gestora do Programa do Artesanato da Paraíba (PAP), Marielza Rodriguez.

A artesã Kelma Cavalcante, de Campina Grande, incorporou a temática e seguiu as lições da oficina ministrada pelo estilista Ronaldo Fraga no mês de março em Campina. As peças de crochê com fio de malha inspiradas na Feira Central, estão agradando os consumidores. “Eu decidi usar as estratégias que repassaram na oficina e estou tendo ótimos resultados. Logo no primeiro dia já consegui vender várias peças e tive que providenciar mais”, relatou.

Para a artesã de biscuit, Alice Bandeira, a localização do Salão deu aos expositores a visibilidade necessária. “Sempre vendo bem no Salão, mas desta vez está superando todas as expectativas porque neste local o fluxo aumentou e estou ultrapassando minha meta diária “, disse Alice, que é de João Pessoa e comercializa souvenires e peças decorativas com temática regional.

A localização privilegiada também foi citada por Eliane Pereira, artesã do município de Pitimbu, como um dos motivos do grande fluxo e volume de vendas. “O espaço ficou show com muito conforto e bem visível. Está fazendo a diferença pra gente, já tive que providenciar mais peças para atender a demanda”, disse a mulher, que trabalha com artesanato feito em fibra de palha de coco.

O acesso ao salão é gratuito, mas o visitante poderá doar 1kg de alimento não perecível, que posteriormente será entregue à instituição beneficente da cidade.

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