Veneziano volta envenenar atmosfera política e ataca aliança entre Cidadania e Progressista

Foi só a mais esfuziante estrela progressista, Cícero Lucena, eleito prefeito da capital com a providencial ajuda do Cidadania, adentrar ao Palácio da Redenção – como convidado de honra – para compartilhar uma parceria auspiciosa com o governador e aliado Joao Azevedo, e as cassandras socialistas iniciarem o coro da discórdia, envenenando a atmosfera política do estado com os gazes da inveja e da mesquinharia na tentativa de reacender uma velha emulação entre a capital e a capital do Trabalho ( Campina Grande), já esgotada e esquecida pelos muitos laços de união e parentesco que unem hoje as duas maiores cidades do estado.

Em Campina, Romero e Enivaldo…

Sem conseguir abafar nem desmerecer a forte união que a batalha politica pela prefeitura alicerçou entre João Azevedo e Cícero Lucena, que transpuseram obstáculos, antes intransponíveis em razão da miopia política que guiava o estado, a intriga ressurge sem sua vasta cabeleira, e procura reacender velhos preconceitos, tentando atropelar o que o bom senso  recomenda em momento tão difícil, que é a união de esforços em defesa da população

Com argumentos solertes, inadmissíveis para momento tão delicado da vida coletiva, a assessoria do senador Veneziano, depois de afrontar as medidas sanitárias, recomendadas pelas autoridades da Saúde, reaparece expelindo ódio e inveja para tentar embaralhar declarações do patriarca dos Ribeiros ( Enivaldo), e criar um clima de animosidade entre o Cidadania e o Progressista, naquela de dividir para reinar.

…Em João Pessoa, Cícero e João Azevedo

Ligado ao ex-governador Ricardo Coutinho de quem recebeu o mandato de senador de mão beijada, agora torcendo pela infelicidade de outro senador para que a mãe assuma o mandato e os dois possam compartilhar o poder, o senador Vené, na sua eterna camuflagem política, bebe na fonte do Governo ao emplacar a esposa numa secretaria de estado.

Com todas essas regalias, porém, não deixa de promover a intriga e a discórdia, através de sua assessoria, ao inundar  as redações com textos como o que publicamos abaixo, onde chega ao cúmulo de promover Romero na desesperada tentativa de esvaziar a parceria firmada entre João e Cícero para enfrentar a pandemia.

Veneziano tenta dividir para reinar

Enivaldo Ribeiro revela que governo João Azevêdo abandonou CG e que nada de aliança será feito sem o consentimento de Romero

Em entrevista à imprensa radiofônica de Campina Grande, nesta segunda-feira (14), o vice-prefeito da cidade Enivaldo Ribeiro (PP) presidente estadual de honra da sua sigla, destacou que a gestão do governador João Azevêdo (Cidadania) abandonou Campina Grande. Quando questionado sobre a possibilidade de uma aliança entre Cidadania/Progressistas no estado, destacou que tudo só será feito com o consentimento do atual prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD).

Questionado pelo radialista se haveria a chance do atual prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD) e o Governador João Azevêdo (Cidadania), estarem no mesmo palanque em 2020, ele destacou que em política tudo é possível. “Você não viu naquela época Cássio se unindo a Ricardo Coutinho. Em politica tudo é possível. Por sinal eu quero até aqui fazer um apelo a João Azevêdo que olhe aqui para Campina Grande. Eu tive andando aqui em Campina Grande nas Avenidas que Romero está fazendo e vi também que aquele negócio que Ricardo fez no Bodocongó está abandonado. Totalmente abandonado, inclusive Aguinaldinho botou R$ 20 milhões para aquilo. E se você for comparar as obras que tem em João Pessoa com as obras do governador em Campina, as de Campina são irrisórias. Então eu acho que chegou o momento de João  Azevêdo olhar para Campina”, disse Enivaldo.

Questionado também se a parceria Cidadania/Progressistas feita em João Pessoa poderia se estender também em Campina, o presidente do Progressistas da PB disse: “Em política tudo é possível, mas obviamente que não pode haver distanciamento de nós com Romero Rodrigues de forma nenhuma a gente está bem politicamente. Nada será feito sem ouvir Romero”, finalizou.

Redação