Ricardo Vital e Otávio Paulo Neto precisam reagir às investidas do bando socialista; liberdade de RC representa ameaça à ordem pública

Não vem repercutindo bem as tentativas de constrangimento assacadas contra o Gaeco e o desembargador Ricardo Vital por simpatizantes da quadrilha chefiada por Ricardo Coutinho, infiltrados em segmentos da sociedade civil com tradição de engajamento em defesa da democracia e das liberdades individuais, deliberadamente confundido os fatos para emprestar ao meticuloso trabalho de investigação um caráter “persecutório” às penalidades impostas ao ex-governador, acusado de chefiar um bando de celerados, que dilapidou os cofres públicos.

Ele continua manipulando os cordéis e dando as ordens no terreiro

Entidades, até então com um histórico e trajetória de embates em defesa da dignidade e da moralidade, subscreveram a nefasta notinha encabeçada por partidos de reconhecida inexpressividade eleitoral na Paraíba e que se suspeita teve inspiração no portador de tornozeleiras comprovadamente gatuno e que só uma legislação repleta de dubiedade e subjetividade pode amparar.

Para Ricardo a presunção da inocência – que ampara a maioria dos criminosos de colarinho branco – está descartada porque diante das mil horas de gravação, realizadas por Daniel Gomes, onde ele aparece distribuindo o saque ao dinheiro público e festejando a parte que lhe cabia como décimo terceiro, desmancha qualquer dúvida a respeito de sua participação nas ações criminosas.

Tratar Ricardo como um preso político é querer desmerecer a inteligência da sociedade exaustivamente testada nos dias de hoje pelos inúmeros escândalos e pela parcialidade vergonhosa do Judiciário que, no caso específico da Paraíba beira a irresponsabilidade ao autorizar a liberdade de quem manipula tantos cordéis no estado ao ponto de encontrar solidariedade em ambientes onde a decência devia residir soberana.

Ou reagem ou serão engolidos pelas forças que apoiam o crime organizado

Ao confundir Lula com Ricardo os próprios petistas ofendem seu líder maior já que contra ele não pesam as provas arrasadoras que incriminam Ricardo e transforma o calvário do ex-presidente em algo banal e enlameado muito próximo da criminalidade vulgar promovida pelo bandoleiro paraibano.

Contra Lula pesam convicções muito longe das provas contundentes que abundam no processo encaminhado a Justiça pelos órgãos de investigação e que apontam fartamente a culpa do ex-governador pego em flagrante e com a mão na massa como fica sobejamente comprovado nas fitas e nas delações posteriores homologadas pela Justiça.

Insistir nessa tese da perseguição política é investir contra a racionalidade e contra o que resta de moralidade no convívio social onde a fronteira entre os valores morais e a promiscuidade encurtaram como resultado do silêncio dos justos e de notinhas como a que foi divulgada insultando e provocando a Justiça.

Ricardo ainda tem a gratidão e a lealdade de muitos setores do estado

Quando se assiste notinhas indecorosas como a que foi publicada ser subscritas por entidades que abriga o que representaria de melhor da inteligência e ética estadual percebe-se o enorme poder de pressão do rapaz da tornozeleira e da inconveniência e riscos de mantê-lo solto para não estimular nem inspirar esse tipo de ataque ao patrimônio moral da sociedade como vem fazendo acintosamente usando os meios e as pessoas que, por razões as mais diversas se solidarizam com o crime organizado sem qualquer dissimulação, entrincheiradas em argumentos os mais sorrateiros e embutidas em entidades as mais obscuras.

O desembargador Ricardo Vital e o procurador Otávio Paulo Neto devem ficar atentos as essas investidas e reagir intrepidamente sob pena de serem encurralados por essa horda criminosa, disfarçada de cidadãos de bem e com a mesma pose agressiva e arrogante do sacripanta em liberdade.