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OAB-PB inaugura novo espaço da Ouvidoria em João Pessoa

A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (OAB-PB), inaugurou o novo espaço da Ouvidoria Geral da Instituição, que é um importante instrumento de diálogo e asculta da advocacia, sobre os rumos a serem tomados pela gestão da Ordem. O órgão fica localizado no andar térreo da OAB-PB.

O evento foi comandado pelo presidente da OAB-PB, Harrison Targino, e contou com a presença dos diretores: Rodrigo Farias (secretário-geral da OAB-PB), Larissa Bonates (secretária-geral Adjunta), Leilane Soares (teseoureira); dos conselheiros federais: Rebeca Sodré, André Cabral e Marina Gadelha; do ouvidor-geral da OAB-PB, Adail Byron Pimentel; a ouvidora adjunta e ouvidora da Mulher,Margarette Bezerra Pinto; da coordenadora da rede Sororidade, Janayna Nunes; da secretária-geral da Comissão da Verdade da Escravidão Negra do Conselho Federal da OAB, Francisca Leite; do Dirigente de Organizações de Direitos Humanos, Alexandre Guedes; da advogada Liliane Targino, representando a Ouvidoria da ALPB; além de diversos conselheiros estaduais, presidentes de Comissões da OAB-PB e advogados em geral.

O presidente da OAB-PB, Harrison Targino, destaca que a “a Ouvidoria serve de instrumento de aperfeiçoamento das atividades da entidade, de forma reflexiva e construtiva. “A escolha de Byron e Margarette Bezerra Pinto, que contempla perspectivas e gêneros distintos, dá a certeza de que a OAB-PB tem na Ouvidoria pessoas experientes e talhadas no tracejo das ações da Ordem, dispostas a ouvir e servir”, disse

O ouvidor-geral Byron Pimentel destacou que o espaço físico inaugurado é uma forma de aproximar fisicamente a sociedade, bem como os advogados e advogadas da OAB. “Anteriormente nós estávamos trabalhando só em plataforma virtual e esse contato humano é importante para a Ouvidoria, para o ouvidor saber o anseio do cidadão, que as vezes de forma virtual não acontece”, disse.

Byron agradeceu ao presidente Harrison Targino pela sensibilidade de criar esse espaço físico e presentear a sociedade para que se desenvolva melhor os trabalhos de Ouvidoria. Byron acrescenta que os maiores reclames junto a Ouvidoria são referentes à relação entre o Judiciário e a Advocacia. “Essa barreira que foi criada pelo judiciário eu diria não propositalmente, mas por uma questão institucional. Alguns acham que o advogado é um comum, ele não é o auxiliar da lei, quando na verdade os dois têm que trabalhar junto. Nós recebemos muitas reclamações nesse sentido e a nossa função primordialmente nesse primeiro momento vai ser tentar quebrar essa barreira e trazer para a advocacia, tanto para o Judiciário, uma relação mais harmonizada que é o que dita inclusive a Constituição Federal”, declarou.

“Com relação a advocacia e judiciário que é onde existe o maior gargalo que a gente tem que encontrar soluções para que eles deslanchem com maior suavidade. Com relação aos reclamos da sociedade, eles virão de forma natural com as inconformações de alguns com o trabalho da advocacia. E daí a Ouvidoria vai ter que medir o que é inconformismo e o que é falta de ética no exercício da profissão para poder, daí para frente, encaminhar as comissões competentes da OAB-PB para as devidas providências, se for o caso”, acrescentou o ouvidor.

Já a ouvidora Adjunta e Ouvidora da Mulher, Sarah Margarette Bezerra Pinto, também destacou ser de “muita importância o espaço físico inaugurado, porque muitas vezes no espaço virtual a pessoa que tem o anseio de fazer alguma denúncia ou receber alguma demanda, ser atendido, não se sente acolhido. “A gente precisa desse contato pessoal, do calor humano mesmo, então esse espaço vai trazer realmente uma tranquilidade para que as pessoas venham sabendo que muitas vezes de forma anônima vão poder vir sem nenhum receio. Então. O cidadão vai ter esse espaço realmente voltado para isso, um espaço amplo, bem estruturado.

Com relação a Ouvidoria da Mulher, Sara Margarette disse ser de extrema relevância ter uma figura feminina atuando no atendimento de mulheres. “É importante que se tenha realmente a figura de uma mulher, porque a mulher ela entende mais o anseio da outra mulher. Tem as vezes situações que ela só vai sentir a vontade de se abrir, de compartilhar com outra mulher. Então, é importante realmente a minha presença ou de qualquer outra ouvidora. Neste caso eu tive a honra de ser escolhida para esse papel tão importante para a cidadania da população e para as advogadas de uma forma geral da sociedade paraibana”, afirmou.

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