Governo de João pode entrar para a história como o mais violento por conta do colapso do policiamento ostensivo e preventivo

Os acertos de conta e as execuções voltaram ser algo comum na Paraíba de João Azevedo, um homem reconhecidamente pacífico, mas que pode entrar para a história como o governante que permitiu a lei da selvageria durante sua gestão, caso prossiga a escalada da violência a se desenrolar por detrás da cortina do coronavírus, prendendo a atenção da sociedade enquanto a tragédia social do tráfico e outras modalidades de crime se desenrolam estimulado pela tibieza de um Governo que ainda não exibiu coragem para mudar o que tem de ser mudado.

A trágica realidade das ruas da PB…

A trágica estatística das ruas desmoralizava e desmoraliza os números há quase uma década maquiados pela poderosa organização criminosa que governou o estado e que se comprazia de forma sádica apresentá-la em reuniões pomposas, onde a incompetência pousava de bacana.

Calcada na ficção de ações que reproduzem aqueles espetáculos mambembes, cuja lona é arriada assim que o palhaço abandona o picadeiro, esse aparelho policial pronto e acabado para atender a organização criminosa que saqueava o estado ainda se mantém em atividade inaugurando o que não tem como inaugurar em consequência da total falta de efetivo e agora agravado pela ausência de motivação de uma polícia que se recusa ao combate diante das precárias condições, que o comando da corporação esconde com espalhafatosa pirotecnia para se sustentar no cargo.

…se contrapondo a ficção delirante do Comando Geral

Não são apenas vídeos como o distribuído nas redes sociais pelo sargento Sóstenes – um campeão em punições por desmascarar a estratégia solerte do Comando Geral de fantasiar uma realidade precária onde as unidades de atendimento à disposição da população estão sendo fechadas por falta de efetivo como ele mostra no vídeo postado no seu perfil, expondo o receio dos policiais e a impossibilidade de enfrentar o crime organizado pelo menos em condições de igualdade.

O vídeo confirma que, se não há condições de manter abertos postos de policiamento nos bairros como então inaugurar batalhões como foi feito recentemente de forma feérica e cinematográfica na Epitácio Pessoa onde um ninho de águias foi anunciado como solução para reduzir os crimes ao patrimônio cada dia mais em ascensão desmoralizando completamente o anúncio do comando geral a ludibriar a boa fé dos homens de bem com a desfaçatez dos estelionatários.

Morreu enquanto empinava pipa no Rangel

A realidade sangrenta da Paraíba está como o diabo gosta e aprecia e as mortes se sucedem em ritmo alucinante ceifando vidas com uma letalidade maior do que a pandemia e o Governo de Joao caminha para bater os recordes de violência no país, sob o comando da incompetência sacramentada, e reconhecida pelos relevantes serviços que prestou de forma leal e dedicada ao homem que montou a mais bem azeitada organização criminosa da história do estado e esse comando estranhamente permanece no cargo, comprometendo a lisura e a eficiência do novo Governo.

Este foi mais um fim de semana trágico e nem crianças e adolescentes escaparam da violência nem mesmo aqueles que não têm envolvimento com drogas e muito menos os que inocentemente empinam pipas nas ruas, e são executados como moscas.

João e a relutância em mudar o que não funciona, e o que não dá mais para segurar

Como reação a esse pandemônio, o Governo de João esconde os números, não mais manipulados, e a sociedade engolfada na tragédia do coronavírus não presta a devida atenção ao banho de sangue que afoga o Estado, onde nos primeiros quatro meses do ano aproximadamente 400 pessoas foram assassinadas, o que dá uma média de 100 por mês.

A violência desenfreada seria a comprovação da falência do policiamento preventivo e ostensivo de responsabilidade de uma policia militar exausta da incompetência e da falta de transparência de um comando que se prestou, ao extremo da servidão, a adular e se agachar para um esquema apontado como criminoso.

Muda, João!

Abaixo um pequeno panorama da violência neste fina de semana

Homicídio na periferia

Um jovem de 16 anos foi morto a tiros e duas crianças de 11 anos foram baleadas, na tarde deste domingo (3), no bairro do Rangel, em João Pessoa. O crime aconteceu por volta das 15h40 entre as ruas Souza Rangel e Bom Jesus.
De acordo com a Polícia Militar (PM), as vítimas estavam soltando pipa, quando um carro parou e os quatro ocupantes desceram. Os suspeitos estavam armados com pistola e efetuaram os disparos.

Ao PortalT5, a PM informou que o alvo dos suspeitos, um adolescente de 16 anos, morreu no local. Ewerton Cauê Max ainda tentou fugir e correu para um estabelecimento comercial, mas não resistiu aos ferimentos. A PM ainda informou que o jovem não tinha envolvimento com tráfico de drogas.

As duas crianças, sendo um menino e uma menina, foram socorridas para o Complexo Hospitalar Tarcísio de Miranda Burity, mais conhecido como Hospital Ortotrauma, no bairro de Mangabeira. Até a publicação desta matéria, não havia sido divulgado o estado de saúde das vítimas.

VIOLÊNCIA: Homem é assassinado na frente da esposa em João Pessoa

Um homem foi morto a tiros no bairro Varadouro, em João Pessoa. O crime aconteceu próximo da Praça da Pedra, na noite deste sábado (2).

A vítima foi identificada inicialmente como Fábio Dionízio da Silva, de 31 anos. Ele estava com a esposa caminhando pela calçada quando foi baleado pelo atirador que estava com um comparsa em uma moto.

O Samu foi acionado para socorrer o homem, mas ele não resistiu e morreu. A mulher conseguiu fugir do atirador, sem ferimentos. Fábio era integrante do regime semiaberto e havia deixado o presídio como prevenção à infecção pelo novo coronavírus.

A Polícia Civil investiga o caso. Nenhum suspeito foi detido pela PM até a noite deste sábado.

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