Faxina geral: Mais um mandachuva do esquema criminoso do Governo de RC deixa a gestão de João

Aos poucos, as operações policiais estão desintoxicando a gestão de João Azevedo substituindo com eficácia e precisão as áreas poluídas de uma gestão, que só agora se encerra do ponto de vista da moralidade, depois de 10 meses, afastada pelas urnas, revelando um deserto em termos de escrúpulos, que o discurso republicano dos hipócritas encobria e disfarçava com um conjunto de realizações.

Mandachuva foi afastado para o bem do serviço público

Os muitos tentáculos dessa organização de incrível semelhança com a Máfia siciliana mostram com que sincronia ela operava dentro da estrutura de Governo, com seus capos instalados em áreas vitais gerindo, angariando e sangrando recursos públicos com uma voracidade jamais igualada na história política do estado.

As operações policiais estão fazendo esse serviço de limpeza para o governador João Azevedo, mas não seria recomendável esperar que esse vassourão da Justiça faça sozinho o serviço de desentupidora de fossa, seria conveniente da parte do Governo iniciar essa faxina administrativa para não ser confundido com essa parte deplorável do socialismo paraibano.

Abaixo transcrevemos matéria do Momento PB revelando os porões do Governo socialista cujo ônus está sendo herdado por João:

MOMENTO PB

ARTHUR MANDACHUVA é demitido do Imeq; além de operador de atos irregulares na Educação, ele formou uma rede de espionagem em áreas do governo

O Gaeco continua fazendo a faxina no Governo de João

Mais um acusado da prática de fraude, desvio de recursos, facilitação de contratos e locupletação foi exonerado pelo governador João Azevedo, ato publicado no Diário Oficial desta quinta-feira,10.

Trata-se de Arthur Viana Teixeira, conhecido na época em que esteve na Secretaria-Executiva da Educação como o “Mandachuva”, tal a arrogância, prepotência e poderes que desfrutava no âmbito daquela pasta.

Informações dão conta de que Arthur Mandachuva seria um grande operador da Secretaria de Educação, onde há fortes indícios de irregularidades como as apontadas pela Operação Calvário na operação realizada na manhã desta quarta-feira,9.

Arthur Mandachuva não estava mais na Educação, mas ocupando um importante e cobiçado cargo no Imeq, mas já exonerado pelo governador João Azevedo. Ele não chegou a ser preso na ação policial de ontem, como se esperava, já que ele seria um grande operador da Secretaria de Educação, entre elas a transação com a Bagaço Design Ltda, em um contrato de R$ 8,9 milhões, sem licitação, na compra de 303 mil livros para distribuir com estudantes da 1ª série do ensino médio.

Antes de ocupar cargo na Educação, Arthur Mandachuva teve passagem pelo jornal A União na área administrativa, período em que foram registrados desaparecimento de diversos equipamentos adquiridos pela gestão anterior.
Também consta em sua ficha corrida que vinha exercendo ultimamente o papel de informante do ex-governador Ricardo Coutinho, já que criou uma verdadeira rede informações com pessoas de sua estrita confiança nas áreas da Educação, do Cerimonial do Governo, do Imeq e de A União. (MOMENTOPB com portais)

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