Carnaval de Conde sepultado pelos ecos da Operação Calvário e Tambaba afundada na promiscuidade sexual

A cidade de Conde comemorou o mais desanimado carnaval de sua história de carnavais os mais calorosos, repletos de foliões vindos de toda parte do estado, do país e também do mundo, atraídos pelas belezas naturais de suas praias, com destaque para Tambaba.

Gestão de Márcia promoveu o carnaval mais desanimado da história de Jacumã

Mas, este de 2020 entra para a história como o mais desencantado de todos, onde a presença do poder público só se fez mostrar pela repressão a animação espontânea, que caracteriza os carnavais, tolhida pelas mais estúpidas restrições, impostas por uma gestão cuja vocação se destaca pelo cerceamento ao que tem de mais genuíno no evento: nada de Trio Elétrico, nada de bandas, e viva ao silêncio a partir das 22 horas.

O que seria a grande atração – Márcia Lucena envergando suas tornozeleiras – frustrou o pequeno público, que se deslocou para a orla, porque a senhora da Calvário não deu o ar da graça, segundo informaram alguns foliões, que se arriscaram chegar a quadra de eventos.

Carnava de 2020 não repetiu o sucesso de outas edições

Porém, já outros afirmam que ela compareceu, apesar de não dar mostras de estar portando as marcas do crime cometido ou suspostamente cometido.

Segundo informações, teria circulado em ambiente restrito fortemente policiado, já que são notórias suas relações com as forças policiais, e o receio de ser hostilizada recomendou a discrição, evitando aglomerações e os apupos dos indignados.

Desgaste

Não se sabe qual o futuro de Márcia Lucena a frente da prefeitura de Conde visto a condição de total descrédito diante da população e da falta de decoro para permanecer no cargo.

De tornozeleira, Márcia anão foi vista em Jacumã

Márcia entra para a rara condição de presidiária comandando uma prefeitura cuja referência maior do turismo estadual fica dentro dos limites do município e que atraia turistas das nações as mais desenvolvidas do planeta estarrecidos com esse fato.

Medidas as mais simplórias do ponto de vista administrativo estão sendo repelidas pelos moradores e nem o trânsito da cidade consegue organizar como aconteceu em Coqueirinho, onde os agentes foram corridos ao quererem estabelecer zonas de estacionamento.

Em Tambaba há um acordo com uma entidade de fora trazida pelo presidiário Ivan Burity de idoneidade duvidosa, que estaria sendo avaliado pelas entidades sérias e responsáveis pelo bom andamento da praia.

O que Aluísio Régis consolidou Márcia destruiu

Elas se preparam para ingressar na Justiça visando desmontar o que foi arquitetado por um dos principais esteios da organização criminosa, ex-secretário de Turismo, que tinha por objetivo privatizar Tambaba.

A praia paga um preço alto pelo abandono a que foi relegada na gestão de Márcia transformada num grande prostíbulo a céu aberto, voltada para as práticas mais condenáveis pelo naturismo autêntico e as orgias sexuais praticadas á luz do sol sem que haja qualquer fiscalização por parte do poder público.

Para membros do naturismo, Márcia Lucena destruiu Tambaba e sepultou o naturismo nos escombros da promiscuidade sexual.