Surreal: Ricardo abusa do absurdo para explicar as denúncias contra ele e faz Zé Limeira se revolver na tumba

Tem coisas que só acontecem na Paraíba, terra de Zé Limeira, aonde o surreal e o nonsense acontecem sem chamar muito atenção provocando, quando muito, risadas e gracejos, para um povo acostumado aos repentes geniais do poeta do absurdo.

Quer que eu desenhe?

Diante das provas avassaladoras, que o Gaeco reuniu contra ele, onde estão incluídas gravações, detalhando a partilha do botim, o ex-governador Ricardo Coutinho refutou as denúncias com a desfaçatez que a empáfia empresta aos arrogantes e desavergonhados.

Numa demonstração de que, a realidade pode ser embaralhada ao sabor do improviso, Ricardo se defende acusando Daniel Gomes, seu carrasco e o que apertou o nó da bravata em seu pescoço, de ser um espião implantado para destruir sua reputação es eu patrimônio político.

Algo parecido com os versos de Zé Limeira, que misturava as mais diversas realidades, com os mais díspares personagens, preocupado apenas com a rima, chutando para escanteio a lógica e a sanidade.

Zé Limeira quase volta do túmulo pra aceitar o desafio

O que o ex-governador pretende com essa estratégia jurídica seria misturar alhos com bugalhos, para construir uma narrativa que possa contentar loucos, bobos e todo tipo de imbecil.

Em live exibida nesta segunda-feira (01), Ricardo Coutinho disse que Daniel Gomes da Cruz Vermelha teria supostamente sido detido informalmente e feito um acordo para incriminar algumas pessoas, principalmente ele (Ricardo).

“Ele foi induzido por mentiras e em algumas oportunidades eu tive que jogar o jogo da mentira pra saber algumas verdades”, disse o ex-governador fazendo inveja ao mais criativo redator de contos de ficção.

Nem Zé Limeira teria capacidade para tanto.

Redação com Blog do Janildo