Secretário de Segurança estaria sendo alvo de sabotagem e o aumento da violência seria um dos ingredientes para desgastá-lo junto ao governador

Há um plano solerte em evolução nos subterrâneos da segurança Pública para afastar o secretário Jean Nunes, delegado de carreira e único nome imposto pelo governador João Azevedo ( Cidadania) ao setor amplamente dominado por forças extremamente entranhadas ao esquema criminoso desbaratado pelo Gaeco e que ainda sobrevive dentro da atual gestão mostrando força e vigor e capacidade de sabotar toda e qualquer ação voltada para melhorar o desempenho da Segurança Pública como vem sedo comprovado pela escalada desenfreada da violência, onde mais de 400 pessoas já foram abatidas pelo fraco desempenho do policiamento ostensivo e preventivo de total responsabilidade da Policia Militar.

Jean já assistiu esse filme de camarote na gestão de Cláudio Lima

Os autores e mentores do plano de sabotagem, velhos conhecidos, e têm endereço certo de onde coordenam as manobras abjetas, que já vitimaram outro secretário e que, no início dessa gestão plantou espiões, rondando ao redor do secretário Jean, ele próprio a denunciar a manobra de espionagem, useira e vezeira nesses anos tenebrosos sob o comando de temerários gângsteres, já devidamente identificados e respondendo pelos absurdos cometidos, mas ainda amparados pelos entulhos, que se disfarçam de auxiliares, em salamaleques de adulação nos quais são mestres inigualáveis e insuperáveis, e que, por razões até agora desconhecidas, não foram afastados para desinfetar definitivamente a gestão.

Não é de agora que o secretário desconfia da libelinha fardada

A manobra é simplória e não requer muita argúcia para identifica-la, exigindo muito mais coragem e destemor do que propriamente inteligência.

Com o desmantelamento do policiamento ostensivo e preventivo a onda de violência vem se avolumando e o desgaste dessa tragédia cotidiana empurrado lentamente, mas persistentemente e dissimuladamente em direção ao secretário responsável pela pasta e pelo desempenho dela.

Há muito que eles não falam o mesmo idioma

O alvo é o cargo de secretário, que seria ocupado pelo sacripanta que tem embromado a sociedade e o Governo com artifícios de pirotecnia e outros recursos como retretas e cinematografia de baixa qualidade, transferindo para o comando um pau-mandado infiltrado na secretaria a acobertar as operações de sabotagem e que, juntos formam a tropa de choque e de elite do esquema que a Justiça tornozelou, mas que ainda resiste intacta na gestão de João, submisso e omisso ao desastre que já se manifesta pelos descontrolados indicadores de violência no Estado.

Essa versão tropical dos Beatles mandava e desmandava na gestão passada e indiciava coronéis

O secretário Jean Nunes não é menino e sabe com quem está lidando e já assistiu a esse filme das cadeiras numeradas, portanto, é tomar e exigir as providencias, aquelas que o governador retarda por motivos desconhecidos, mas que já ganham ares de chantagem pelos excessos cometidos sem que aconteçam qualquer tipo de coibição.

Segundo relatórios da inteligência – velhos e empoeirados -, essa turma já organizou dossiês contra meio mundo de autoridades e seriam esses métodos que garantiram cargos e salários, poder e influência, e também facilidades.

Cadê coragem

Uma demonstração de poder e influência sobre o governador da turma de choque de Ricardo Coutinho seria a permanência do secretário de Administração Penitenciaria protagonista de um dos maiores escândalos na Segurança Pública, em nível de Brasil, que foi a invasão de um presidio de segurança máxima, o que acarretou a fuga de quase 100 detentos, mas não suficiente para afastá-lo do cargo muito menos desmerece-lo, e, apesar da incomparável demonstração de incapacidade, permanece secretário, pousando ao lado do governador, e contrariando a Lei que o remeteria para a reserva remunerada.

Essa a herança que Ricardo deixou para João na Segurança Publica

O tenente-coronel Sérgio seria uma indicação de uma irmã de Ricardo Coutinho endossada por uma figura tenebrosa da mais alta confiança do ex-governador condecorada pela Casa Militar por serviços que até agora não se sabe quais a não ser figurar em processos, evolvendo execuções sumárias, e que correm nos tribunas, em segredo de Justiça.

Esse povo permanece intocável e gozando de distinções no Governo de João mostrado a ministra Laurita Vaz que ainda sobram vestígios de uma gestão na outra e que faltaria apenas coragem ou independência para removê-los.

Ministra, preste atenção ao serviço! Desembargador, por onde andas? Doutor Otávio, cadê o senhor?

Nos amparem e nos protejam, pelo Amor de Deus!!!