Revelação do coronel Chaves ao deputado Ricardo Marcelo confirma o clima de terror imposto por RC na PB; advogado diz que oficial preveniu político de atentado

Gravíssimas as revelações feitas pelo ex-deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Gilvan Freire, advogado dos mais reputados, quando de sua participação no programa Intrometidos, transmitido pela web todas as segundas e quintas sob o comando de Marcelo José.

Ex-presidente da AL teria sido alertado \para os riscos que corria

De forma clara e concisa, Gilvan ampliou o leque de suspeitas sobre um esquema de terrorismo estatal vigente na gestão de Ricardo Coutinho e que teria se estendido até o atual Governo embutido nas sombras daquilo que os procuradores do Gaeco denominaram de “forças policiais” e o desembargador Ricardo Vital corroborou nas suas alegações finais apontando o esquema criminoso controlado pelo ex-governador com a participação de auxiliares de primeiro escalão e de parentes, em primeiro grau.

De acordo com as declarações de Gilvan no Programa Intrometidos desta segunda-feira, o falecido coronel Fernando Chaves teria caído em desgraça junto a Ricardo e se passado para o lado do então deputado estadual Ricardo Marcelo, na ocasião presidente da Assembleia Legislativa.

Coronel advertiu deputado sobre riscos de atentado

Ao mudar de lado Chaves teria alertado o deputado para não realizar uma viagem a Patos de avião porque poderia ser vítima de sabotagem na aeronave. Ricardo Marcelo também foi vitima de escutas telefônicas em seu gabinete na Assembleia Legislativa quando solicitou a Polícia Federal uma varredura no ambiente e foram encontrados grampos nos telefones.

Terror

Todo esse acervo de episódios aponta para uma rede de espionagem ainda em plena atividade haja vista os fatos recentes, onde espiões foram presos rondando o gabinete do secretário de Segurança, Jean Francisco Nunes, como também carros locados pelo Estado e a disposição da P2, em missão de espionagem e intimidação a jornalistas, o que foi constatado pela identificação do veículo Ford Kar placa QQG-8034.

Euller não esconde sua lealdade e fidelidade ao chefe da quadrilha girassol

Os episódios são muitos e providências nenhuma, afora surrados inquérito e inócuas sindicâncias que não chegam a nenhuma conclusão muito menos a algum culpado restando apenas o silêncio conivente de autoridades, indiferentes à gravidade dos acontecimentos mesmo quando eles envolvem figuras de proa como o governador.

O fato concreto é que o exercício dessa atividade clandestina e criminosa devia ser do conhecimento e preocupar o Ministério Público órgão responsável em tese para determinar o paradeiro de aparelhos como obsoleto Aiko em plena atividade no submundo da espionagem estatal supostamente a disposição da P2 sob o comando de um tenente-coronel de nome Tibério braço direito do comandante geral da PM, a mais sombria das personalidades desse mundo tenebroso, intocável e assustador pelo enorme potencial que o esquema criminoso desbaratado lhe conferia e parece continuar a lhe conferir.

Nos seus espaços nas redes sociais comandante demonstra o grau de envolvimento com o chefe da Orcim girassol

Tão assustador e tenebroso que nem mesmo o governador se atreve lhe amputar os braços, longos e sinistros; e muita gente correndo o risco de ser eliminada da forma mais brutal vitima de sequestros ou outras atrocidades, cuja autoria jamais será identificada como vem provando o arrastado processo do jovem Bruno Ernesto, aonde chicanas jurídicas vêm protelando o desfecho com a acintosa colaboração de promotores.

Em razão da já confirmada existência dessas forças policiais, genericamente citadas no processo que envolve a quadrilha chefiada pelo ex-governador e diante das muitas ameaças veladas e ostensivas, é que o editor deste portal, Lelo Cavalcante, está tomando as medidas legais para sua proteção e de seus familiares, também ameaçados e aterrorizados por essas forças tão conhecidas, mas, inexplicavelmente intocadas.

Arapongas que rondaram a casa do jornalista recebem ordens deste oficial

Lelo Cavalcante já consultou advogados e estará procurando as autoridades para formular um Boletim de Ocorrência onde pedirá as providencias cabíveis contra o comandante geral Euller Chaves, contra o chefe da Inteligência da PM, tenente-coronel Tibério e contra o coronel Anderson, Chefe de Casa Militar, todos interligados por interesses que podem ser relacionados aos interesses da quadrilha denunciada e em desarticulação, já que, inegavelmente faziam parte da equipe de trabalho do que se pode chamar hoje de crime organizado com destacada proeminência com o agravante de ainda continuarem em cargos de onde podem acionar a máquina do estado para atender objetivos nebulosos como ficou comprovado com a presença do Ford Kar circulando acintosamente nas redondezas da residência do jornalista numa exibição de terror que imita as ações do crime organizado.

As providências sendo tomadas, porque ainda se acredita, como o Moleiro de Berlim, que existam juízes na Paraíba. Assim que formulado o Boletim de Ocorrência na delegacia responsável prestimosamente indicada pela Secretaria de Segurança Pública, o jornalista estará acionando a Justiça, devidamente assessorado e amparado pelas entidades de classe.