Proposta de adequação de João as novas regras da Previdência preserva mais de 90% dos servidores estaduais

Há um aspecto interessante em torno dessa “balburdia” sobre a adequação do Estado as novas regras previdenciárias, aprovadas pelo Congresso e que obrigam os entes federativos se alinharem ao que agora entrou em vigor.

Alíquota de 14% é imposta de cima para baixo

O alarido provocado na Assembleia Legislativa ignora o que já foi aprovado pelas instâncias superiores do Poder Federal e trata a matéria como se fosse fruto da inspiração local; como se resultasse de projeto concebido pelo Governo Estadual, quando, na verdade e na essência, a gestão de Azevedo faz malabarismo para proteger os menos contemplados como é fácil perceber pelos números, irrefutáveis, que só as lentes da esperteza rasteira não desejam enxergar.

A planilha distribuída pelo Governo e publicada no link abaixo mostrando a matemática da adequação proposta – porque não se pode chamar de reforma o que está sendo adequado – dirime qualquer argumentação contrária porque fica evidente que o Estado está perdendo receita quando deixa de aderir à alíquota progressiva.

Balburdia na Assembleia tem maioria de eleitores de Bolsonaro

Há uma diferença brutal entre uma e outra – algo em torno de mais de 15 milhões de reais deixa de ser tributado, quando se opta pela alíquota linear, e quando se passa para avaliar as faixas beneficiadas percebe-se mais ainda o esforço do Governo em proteger mais de 90% dos servidores.

O que já vem sendo praticado ou está para ser praticado em estados governados pelos partidos dos contestadores locais, ao exemplo do Maranhão (PCdoB), Pernambuco (PSB) e do Ceará (PT), fica evidente que a balburdia realmente não pode ser taxada de outra coisa a não ser de malandragem no sentido menos pejorativo do termo que significa esperteza, oportunismo, que foi na verdade o que o governador João Azevedo quis dizer ao se referir aos deputados de oposição.

Proposta de João preserva mais de 90% dos servidores

Espertos, malandros, vivaldinos, quando se prendem a aspectos pontuais de uma reforma que na sua origem não encontrou resistência de nenhum deles, porque não se sabe da presença dos ilustres parlamentares da oposição local integrando caravanas para ocupar o Congresso em protesto a uma legislação que castrou direitos constitucionais.

O que não tiveram coragem de dizer em Brasília reservam para dizer aqui nos palanques que o oportunismo barato arma sempre nos períodos eleitorais e nos quais muitos deles praticamente nasceram em cima, trocados pelas maternidades, já que filhos de peixes, hábeis nadadores de águas turvas, aquelas que caracterizam os aquários da política.

A matemática é inquestionável e não tem partido nem obedece à ideologia nem a emoções, por isso é exata e dispensa argumentos.

Os dados e as informações distribuídas pelo Governo são irrefutáveis e desmonta todo alarido da Oposição quase toda formada por partidos alinhados com o pai da criança que por não ser bonita ainda não encontrou quem queira abraça-la.

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