Polícia de João foi quem localizou arroz roubado; as investigações estão em andamento e as responsabilidades serão imputadas

A intempestividade, a insolência, a leviandade, a inconsequência e, por fim a disenteria cerebral marcariam o estilo de fazer politica do deputado estadual Walber Virgulino, que deixou de ser prefeito da capital exatamente pela intempestividade verbal cuja marca se caracteriza na metralhadora que empunha como símbolo de um mandato cuja truculência assustou o eleitor mais ponderado.

Patético, deputado faz apologia da violência

Sem medir as consequências de sua postura xiita estimulada por uma réplica do gabinete do ódio instalado na Paraíba, Walber tem apertado o gatilho sem escolher alvo ou melhor na ânsia de atingir um único alvo espalhando bala para todos os lados, provocando um chacina moral, onde muitos se tornam vítimas de sua fúria de terrorista de direita.

Cego de ódio, sedento de vingança, Walber atirou no colo do governador João Azevedo um arroz que não saiu da cozinha dele muito menos da cozinha do governo.

O arroz chegou pelos caminhos mais tortuosos e inesperados e só a vigilância e capacidade desse governo, criminosamente difamado, foi capaz de desvendar.

Incoerente, ao tempo que critica elogia

Não foi a oposição que rastreou a carga roubada; foi a Polícia deste governo tão difamado pelo deputado. Quem detectou a carga foi a Secretaria de Segurança tão enfaticamente elogiada pelo transtornado e obcecado parlamentar sempre precipitadamente disposto atacar o Governo, o mesmo que localizou a carga.

Qualquer mentecapto – afora Walber Virgulino – é capaz de perceber que a Secretaria e o secretário como também o delegado que comandou as investigações integram o Governo de João Azevedo, o que torna absolutamente despropositadas as declarações do deputado de atribuir qualquer participação do governador em um esquema de roubo de cargas.

Essa insanidade politica contribuiu e muito para Walber não chegar ao segundo turno das eleições municipais, já que as agressões gratuitas, encharcadas de ódio e despeito, assustaram o eleitor da capital e deve afastar outros mais ponderados nas próximas eleições, a não ser que tenham de votar para a presidência de um manicômio judiciário.

Provavelmente advertido da gravidade e inconsistência de suas declarações, o deputado iniciou uma marcha ré nas redes sociais, desculpando-se veladamente com os servidores estaduais agredidos, taxados de “vagabundos”, e bajulando antecipadamente o seu superior hierárquico, Jean Nunes, prevendo qualquer insucesso nas urnas, e sua volta prematura ao trabalho árduo de delegado.

São com ataques como esse que Walber se destrói politicamente e João agradece pela injustiça que lhe promove e enaltece a sua proverbial honradez.

Como quem tem aquilo redondo tem medo provavelmente o redondo de Walber apitou.

De oficial sobre o assunto, o secretario Sérgio Fonseca adiantou ao portal que todas as informações estão sendo repassadas para a Secretaria de Segurança Pública, e as responsabilidades sendo apuradas, lamentando apenas o oportunismo político de alguns inconsequentes.