Os Governadores estão comprando absorventes e distribuindo para pessoas com vulnerabilidade social

Pouco se espera do Governo do Pres. Bolsonaro todos os dias ele nos dá motivos de sobra para ir em direção contraria as suas. Bolsonaro resolveu polemizar o item essencial na vida de cada mulher neste país.

As respostas vieram quase de imediato com programas criados para confrontar essa afronta. Porém, não se enganem com tudo que foi feito. Essa luta ao que parece, vem se travando há tempos.

Agora estamos arrumados, será que para ter acesso ao mínimo de dignidade temos que esperar uma jogada midiática para refutar o presidente.

Os palanques já estão sendo montados e ao meus ver teremos muito o que buscar no passador para não nos enganar com falsas conquistas.

O veto do Presidente

A justificativa foi que o projeto de lei aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado não prevê a fonte de custeio da medida.

Vale ressaltar que aqui no Estado da Paraíba decisão parecida já foi tomada pelo Governador. De acordo com o site polemicaparaiba.

Em agosto, o governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania), vetou um projeto de lei de autoria da deputada Estela Bezera (PT), que também tinha como objetivo combater a pobreza menstrual.

A justificativa para o veto foi que a matéria seria de competência do poder executivo, portanto cabia ao governo estadual a criação e regulamentação.

Após críticas, o governador enviou à Assembleia Legislativa um projeto que tinha o mesmo objetivo do vetado por ele; A proposta foi aprovada pelos deputados e se tornou lei.