Justiça manda arquivar denúncia contra professora

Não podia ser mais sensata a decisão do juiz da 3ª Vara da Comarca da Capital, Wolfran da Cunha Ramos, em mandar arquivar o caso da  professora de Biologia, Lourdes Rumanelly Mendes dos Reis,   acusada de preconceito sexual contra homossexuais.

Justiça feita

Em live para estudantes de escolas privadas a professora teceu comentários sobre versículos da Bíblia onde as práticas sexuais não reprodutivas são consideradas aberrações.

Esse comentário mobilizou a patrulha ideológica que defende a homossexualidade e a professora foi vitima de uma campanha de ódio e preconceito invertido que varreu as redes sociais e parte da imprensa inflamada por esses segmentos, forçando abertura de inquérito policial.

Vem agora a Justiça acionada pelo Ministério Público e reconhece não haver elementos suficientes para oferecer denúncia contra a professora em gesto de sobriedade jurídica que repõe o direito de expressão em seu devido lugar.

A histeria e o preconceito invertido quase sempre alimenta essas ondas de caça às bruxas em defesa da libertinagem sexual que move essas correntes homossexuais.

Palmas para o Ministério Público e para o Juiz Wolfram da Cunha Ramo (Jampanews)

Caso de professora suspeita de homofobia é arquivado

O caso da professora de Biologia de João Pessoa, Lourdes Rumanelly Mendes dos Reis, foi arquivado pelo juiz Wolfram da Cunha Ramos, da 3ª Vara da Comarca da Capital, após o Ministério Público da Paraíba (MPPB) opinar pelo arquivamento dos autos.

O MP entendeu não haver elementos suficientes para o oferecimento da denúncia.

Em transmissão de vídeo nas redes sociais, Rumanelly definiu pessoas homossexuais e transexuais como “aberrações, pervertidas e pecadoras”. Um trecho da transmissão circulou nas redes sociais e causou polêmica. No vídeo, a professora condena o que chama de “práticas sexuais não reprodutivas”. O caso ocorreu em julho deste ano.