Joao pode estourar as urnas por matar a fome e aliviar a dor dos mais pobres

O governador João Azevedo tem dois notáveis palanques para fortalecer suas pretensões de reeleição: a pandemia e a fome. Elas atingem um considerável número de pessoas violentamente massacradas pela insensibilidade do Governo Federal instalado no Poder e conduzido por quem ainda não se libertou da mentalidade escravagista de que, a pobreza tem uma função – justificar a caridade com que os ricos e os pretensos ricos almejam chegar ao paraíso.

João conta com o apoio de lideranças expressivas da politica estadual

A pandemia projetou João Azevedo como um gestor que não flexibilizou nas medidas rigorosas, necessárias à contenção do vírus, cuja capacidade de mutação tem assustado a Ciência.

Sob seu comando, o Estado é apontado como um dos que mais sucesso obteve na luta para controlar o surto que envolveu o mundo em um abraço mortal e que devastou continentes, países, estados e cidades sem distinção de raça e credo.

A Paraíba comemora a redução nos índices de internação e mortalidade e caminha para atingir o ideal de vacinação a passos largos. O que demonstra o acerto das medidas e a coragem do governador para não ceder às pressões dos que defendiam o lucro a todo custo.

Liderança como Cicero não solta a mão de João

Em outro cenário, João tem criado mecanismos que objetivam dinamizar a economia devastada pela necessidade de isolamento social e criou projetos que incrementam a geração de emprego e renda no Estado.

O olhar do Governo debruçou-se principalmente nas questões sociais e tem agido no sentido de combater a fome que grassa e ultraja uma expressiva parcela da população, desamparada pela filosofia que abre espaço para a ganância capitalista e que considera um desperdício todo e qualquer projeto que vise amparar os mais pobres.

João tem enchido o prato dos mais necessitados e aquecido o estômago dos mais sofridos com refeições diárias, que atingem e beneficiam milhares de cidadãos, excluídos e que só tinham as calçadas para saciar a fome.

Em um passado quase remoto, quando essa mesma mentalidade preconceituosa e infame predominava com mais força e a miséria e o sofrimento marcavam a paisagem crestada do nordeste flagelado pela seca, um outro governador também solidário com os mais pobres, retirou das famigeradas frentes de emergência mulheres e crianças num gesto que lhe rendeu a gratidão do sertanejo e que resultou por entupir as urnas quando precisou do voto para se eleger deputado federal e se consagrar até hoje como o mais votado.

Como João, ele também não fazia parte da fauna politica tradicional e era visto com restrições pelos grupos familiares que se eternizam no Poder. Tarcísio de Miranda Burity era um intelectual que usou sua brilhante inteligência para promover uma revolução nesse estado.

Semelhante a ele, João é um técnico de reconhecida capacidade que ajudou a transformar os conceitos políticos vigentes e se notabilizou pelo talento em gerir a máquina pública desde que ingressou como secretario de varias gestões e se distinguiu pela probidade e sensibilidade na defesa do interesse coletivo.

O pobre, ao contrário do rico, não esquece quem lhe faz o bem e costuma retribuir com a generosidade que a gratidão inspira.

João tem tudo para se consagrar pela dor e pela fome que ajudou a mitigar com seu jeito simples de ser.