Jean é sangue bom na Segurança Pública, capaz de retirar do chão as aeronaves do Estado; helicópteros, recuperados, são efetivos no combate ao crime

O cenário estampado pela prefeitura de Conde, aonde boa parte do coletivo girassol se abriga das erupções provocadas pela Operação Calvário, pode ser extensivo ao Estado, onde o governador João Azevedo ainda não revelou disposição para limpar a área bastante congestionada pela borra socialista.

Da sucata para o céu do sertão

Mas, ressalte-se aonde foi possível mudar, os efeitos se fizeram notar com resultados que confirmam a necessidade de uma varredura plena para afastar um esquema que se mostrou inconfiável pelos muito desmandos cometidos e pelos inegáveis prejuízos provocados aos cofres públicos.

Medidas simples corrigiram erros crassos e graves provocados pelos nebulosos interesses que guiavam a máquina socialista comandada pelo ex-governador acusado pelo Gaeco de comandar uma gigantesca estrutura de corrupção por onde drenava os recursos públicos.

Sangue novo e bom na Segurança

Um dos setores mais nebulosos dessa máquina de saquear os cofres do Estado seria a Segurança Pública onde todo tipo de violação ao interesse público cometido e acobertado pelo Poderoso Chefão ao longo de sua nefasta gestão.

Uma dessas operações nebulosas teria sido a compra do helicóptero, Acauã 1, que poucos serviços prestou ao setor e passou mais tempo em terra do que no ar por motivos técnicos.

A compra do Acauã gerou muita polêmica porque comprado de segunda mão e em estado considerado deplorável fruto de uma operação já vista como nebulosa à época, e que as investigações posteriores colocaram mais sombras, já que conduzida por figuras suspeitíssimas como Livânia Farias e o coronel Chaves, o homem que dava cobertura ao transporte do dinheiro da propina já falecido.

POR DETERMINAÇÃO DO SECRETÁRIO, ELES SAÍRAM DO CHÃO

Essa aeronave já foi motivo de deboche, afora as suspeitas, já que teria custado quase o preço de uma nova, o que não justificaria sua aquisição, contrariando pareceres técnicos e conceitos econômicos.

Mas, o que provocou risadas, por evidenciar o pouco caso que as autoridades do setor faziam sobre as aeronaves – que não saíam do chão – teria sido a designação de um veterinário da Polícia Militar para comandar suas operações, mesmo tendo oficiais e praças com capacitação técnica para a função.

Sangue Novo

Mas toda essa presepada parece ficou para trás e as aeronaves foram recuperadas por determinação expressa do atual secretário de segurança, Jean Nunes, única indicação do governador João Azevedo para o setor, e elas já estão sendo empregadas em operações de busca e rastreamento e atendimentos de urgência e emergência.

Depois das mortes violentas em Catolé do Rocha, onde há indícios de envolvimento e confronto de quadrilhas pelo controle do tráfico de drogas, Jean Nunes determinou a formação de um grupo especial de combate ao tráfico que está na região palmilhando as rotas e usando as aeronaves como apoio as investigações e de repressão ao crime organizado.

Para dar mais efetividade a esse combate, o secretário exigiu a recuperação das aeronaves, encostadas em hangares, completamente desmontadas numa demonstração de descaso que causa perplexidade.

Depois dessa intervenção, as aeronaves estão voando normalmente provando que, quando há compromisso e seriedade deixando-se de lado a pirotécnica e as exibições grotescas, os resultados aparecem e a segurança se torna efetiva e produtiva.

Jean é o sangue novo injetado na segurança Pública provando a necessidade urgente de oxigenar o setor encarquilhado e atrofiado pela exaustiva longevidade de certas peças, algumas delas provenientes do Paraguai.