Gestor que denunciou furto em escola de Bayeux não explica porque também foi afastado

A Escola Técnica Estadual Erenice Cavalcante Fidélis, em Bayeux, região metropolitana da capital é um símbolo da evolução educacional que sofreu a Paraíba, onde suas instalações modernas projeta sua importância para a cidade e para o Estado sugerido pelo arrojo e dimensão de sua arquitetura, uma das marcas do Governo passado, como também pelos equipamentos, de última geração, em termos de Pedagogia.

A contaminação moral, que atingiu a vida pública de Bayeux, não poupou sequer a Educação, onde os vícios da delinquência, que distingue a atividade política da cidade, entranharam-se em ambiente onde só a sabedoria e o conhecimento deviam habitar, possibilitando a conscientização das gerações futuras, evitando que a degradação politica se prolongue no munícipio, o que parece não estar acontecendo em Bayeux.

Denunciante (E) afastado foi secretário de Educação na gestão de Kita

A notícia destacada na Imprensa, apontando o afastamento de servidores da Educação Estadual, por assédio e furto, em uma escola do porte da Erenice Cavalcante Fidélis, levando-se em conta sua pr0jeção e influencia na formação moral da juventude local, força uma reflexão sobre as consequências de uma política desastrosa, que coloca nas mãos de homens vulgares e descompromissados com o futuro da juventude, o poder de indicar gestores e demais contemplados com cargos de confiança à exceção dos concursados na rede pública de ensino, comprometendo todo um processo educacional como desdobramento e consequência da vulgaridade de sua representação política.

Não se concebe que funções tão especificas e tão essenciais e fundamentais para as gerações atuais e futuras fiquem ao critério da obtusidade crônica de certos espertalhões, cuja capacidade pode ser medida exclusivamente pela quantidade de votos que venham assegurar a um esquema político.

João Azevedo estudou em escola pública e sabe da importância do ensino gratuito

A Educação na Paraíba já foi referência para o N9rdeste e para o Brasil. E o velho e tradicional Liceu Paraibano – por onde passaram várias gerações de mentes brilhantes desse Estado de tantos homens brilhantes e comprometidos com a causa publica – era o templo da inteligência paraibana e responsável quase que todos os anos pelos primeiros lugares da também consagrada e histórica Faculdade de Direito de Recife como prova irrefutável  da seriedade com que os governantes daquela época tratavam a Educação invariavelmente entregue a mãos probas e competentes de professores como a sempre reverenciada Daura Santiago Rangel, que tantas vocações burilou.

Gestores de escolas públicas não podem ser escolhidos por conveniências rasteiras da política

O governador João Azevedo é um homem de origem humilde, filho de um pequeno comerciante estabelecido em Cruz das Amas, e para chegar aonde chegou teve que frequentar a escola pública, em particular a Escola Técnica Federal da Paraíba, em Jaguaribe, e sabe da importância desse ensino gratuito para o futuro de tanta gente humilde como ele.

Por isso, e só por isso, não pode relaxar com essa qualidade essencial ao Ensino principalmente com a probidade de seus gestores, cuja escolha está ao critério de gente sem compostura e sem qualificação, verdadeiros aventureiros da politica, que arrastam em seu entorno uma malta de oportunistas, reconhecidamente desqualificados, e cujos valores morais cabem num pule de bicho.

A triste realidade da Educação nos dias de hoje é que ela passou a ser manipulada pela vulgaridade boçal de políticos boçais cuja única preocupação é ter votos suficientes para mantê-los nos mandatos mesmo que isso custe o futuro de muita gente principalmente de gente jovem, que é o que vem ocorrendo em Bayeux, com a complacência e conivência de burocratas da Educação.

O fato de um escola da dimensão e projeção e importância da Erenice Cavalcante parar numa delegacia de polícia porque esta sendo alvo de ataques ao seu patrimônio e de servidores estarem evolvidos, não apensa em furtos, mas também em assédio sexual, exige a intervenção imediata do governador para tirar a limpo os fatos e punir os responsáveis e, acima de tudo, retirar de mãos tão suspeitas poder de indicar ao bel prazer quem deve gerir a educação pública, para que futuros estudantes possam chegar onde João chegou e não terminarem vendendo pule de bicho nas esquinas de Bayeux.

No caso especifico da Erenice Cavalcante algo estranho acontece porque o denunciante mesmo sendo gestor também foi afastado até que os fatos sejam devidamente apurados, o que deixa o professor Handerson Gonçalves de Sousa em situação constrangedora, pois o seu afastamento sugere muitas ilações, algumas nada favoráveis a sua reputação bastante contestada entre gestores, que não o reconhecem como a pessoa mais indiada para gerir um estabelecimento educacional.

Esclarecimento

O professor Handerson entrou em contato com o portal e atribuiu as informações pejorativas a desafetos.

O Jampanews encaminhou pedido de esclarecimentos ao doutor Claudio Toledo, chefe da CPI da Educação, para saber se realmente consta outro processo contra o professor, quando este lotado na escola Getúlio Vargas.

E saber também a razão do seu afastamento, já que o denunciante, conforme queixa prestada em delegacia. Como gestor seria compreensível que estivesse a frente das apurações para identificar os responsáveis. O portal aguarda resposta do setor competente da Secretaria de Educação.