Eleitor de Bayeux paga o preço da escolha: 500 exonerados e outros em lista de degola patrocinada por Kita

Não teria sido apenas Luciene de Fofinho a abrir a temporada de caça às bruxas em Bayeux, quando exonerou 500 comissionados assim que as urnas garantiram sua reeleição numa demonstração de afronta a Justiça que já havia disparado ações por abuso de contratações, em período vedado, impondo a demissão desse exercito de cabos eleitorais, que agora se encontra na rua da amargura por confiar na falsidade evangélica de Fofinha.

Depois de desmoralizado nas urnas, Kita conta com o Governo para sua vingança

Fofinha só cumpriu o que foi determinado pelo Ministério Público depois de garantir o cargo só assim se submetendo aos ditames da Lei em demonstração de desrespeito que só a cumplicidade entre infrator e autoridade propicia.

Pode se perguntar: se essas pessoas tivessem sido afastadas quando o MP determinou Fofinha teria obtido a votação que lhe garantiu a continuidade no cargo? Quinhentos cabos eleitorais em atividade podem assegurar qualquer reeleição como ficou demonstrado após a apuração em Bayeux.

Surfista do Mangue

Mas não foi só Fofinha a desprezar o eleitor em Bayeux. O depauperado Jeferson Kita também está acionando sua guilhotina particular e a irrisória votação que sua prima obteve para vereadora – menos da metade do que supunha ter o surfista dos Mangues – motivo de retaliações e ameaças bem ao seu estilo mesquinho e covarde.

Fofinha abateu 500 de uma canetada só

Kita tem uma reputação de ameaçar e submeter quem é favorecido por sua medíocre atuação como vereador e também como gestor, capaz de comemorar atualização de folha de pagamento como obra de Governo. Existem depoimentos de colegas que revelariam essa atitude cretina de negociar favores em troca de votos.

Dos dois mil votos que obteve para se eleger vereador, as custas de dinheiro obscuro supostamente proveniente  da venda de caixões de defunto, a prima de Kita, que o substituiu, recebeu apenas 1000 sufrágios, reduzido pela metade o patrimônio eleitoral do sacripanta.

Kita é o exemplo acabado do politico em descrédito, depois que foi abatido do cargo, onde chegou como resultado de golpes de capoeira que aplicou nos desafetos, até ser derrubado por um rabo de arraia bem aplicado por outro malandro da cidade.

Com esse cartel de derrotas acachapantes, que o reduz ao tamanho de sua insignificância como político e como gente, Kita anda ameaçando supostos favorecidos com empregos, de demissão sumária; e para isso contaria com o apoio de políticos e secretários do Governo João Azevedo, para quem estaria levando uma lista de condenados a perder a cabeça e o sustento como represália à votação medíocre que a prima obteve.

Uma mentalidade de perseguição, que privilegiaria e manteria em atuação essas nulidades, e que alimentaria a permanência de outras nulidades no cenário politico, revelando como se faz politica na Paraíba.

Kita estará chegando na casa Civil do governador na próxima semana com essa lista de degolados, para se vingar do seu desempenho obscuro e desacreditado. Sem mandato para se movimentar nas sombras, esse patrimônio eleitoral tende a diminuir mais ainda ate as próximas eleições

Vamos aguardar até terça para ver se o governador se sensibiliza com essa mesquinharia ou se vai coloca-lo no seu devido lugar: a obscuridade.

Kita sonha com uma secretaria, o que, se atendido demonstraria o nível da equipe de Governo de João – integrada por moluscos.