É preciso manter o rigor das medidas sanitárias para não se perder o controle do combate ao Covid-19

Não deixa de ser alentador a chegada da vacina que imuniza contra o covid-19, mas pela irrisória quantidade não será ela que protegerá o paraibano. O que vai continuar protegendo o paraibano são as medidas restritivas de caráter sanitário que o governador João Azevedo vem impondo desde que a pandemia chegou ao estado

Foram e são essas medidas preventivas, que priorizaram o isolamento social no momento mais grave da doença, que fez o estado ir diminuindo paulatinamente os índices de contaminação.

A princípio, quando elas foram tomadas, as cassandras provincianas produziram um alarido intenso e foram até para as ruas e para frente da casa do governador protestar contra o rigor das restrições sanitária em carreatas barulhentas, onde acionaram as buzinas dos carros importados na defesa do capital e em desfavor da vida.

Mais importante que a vacina são as medidas restritivas que João implantou

Oportunistas de mandatos eletivos encabeçaram essas manifestações no desejo insano de tirar proveito político da situação em poses estudadas para ocupar as manchetes do noticiário.

Tivesse João Azevedo recuado de suas responsabilidades, por medo dessas pressões, a Paraíba não estaria hoje entre os estados que vem reduzindo o número de contaminados.

A tragédia de Manaus evidencia o acerto das medidas anteriormente tomadas e reduz a importância da vacina absolutamente insignificante pela quantidade destinada, onde quase ninguém será contemplado, deixando claro que é preciso manter o rigor das medidas sanitárias, para que não se perca o controle da doença, principalmente com a aproximação de eventos como o carnaval, onde a possibilidade de aglomeração é real.

A vacina que chegou – pela quantidade – não vai proteger ninguém, apenas um reduzido número de profissionais que estão na linha de frente no combate a pandemia.

Prevenir é preciso. (Jampanews)

João Pessoa já vacinou mais de sete mil trabalhadores da saúde nos primeiros três dias

A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) segue vacinando trabalhadores da saúde que estão na linha de frente de combate à Covid-19. Até as 15h desta quinta-feira (21), o governo municipal já vacinou 7.622 pessoas do primeiro grupo prioritário. Nesta sexta-feira (22), as equipes seguem a campanha de vacinação nos Hospitais Frei Damião, Hapvida, Memorial São Francisco e Nossa Senhora das Neves.

“Seguimos trabalhando para imunizar esse primeiro grupo que são os trabalhadores de saúde, que atuam de forma assistencial nos hospitais de referência aos usuários com Covid-19, com maior exposição e mais suscetíveis ao contágio. É uma segurança e um cuidado necessário”, afirmou Fernando Virgolino, chefe de imunização da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

“À medida que cheguem novas doses do Ministério da Saúde, seguiremos vacinando outros grupos ampliando, dessa forma, a proteção e reduzindo a morbimortalidade causada pelo novo coronavírus, bem como a manutenção do funcionamento da força de trabalho dos serviços de saúde e a manutenção do funcionamento dos serviços essenciais”, completou.

O Hospital Prontovida, no bairro de Tambiá, foi o primeiro hospital da rede municipal a concluir a vacinação dos 402 funcionários. Até as 22h desta quinta-feira (21), as equipes devem concluir a campanha de vacinação nos Hospitais Municipal Santa Isabel, Municipal Valentina Figueiredo, Clementino Fraga, Universitário Lauro Wanderlei (HULW), Unimed, UPAS Bancários, Cruz das Armas, Valentina e Oceania, além do Samu-192.

Outros quatro hospitais devem concluir a vacinação na noite desta sexta-feira (22): Frei Damião, Hapvida, Memorial São Francisco e Nossa Senhora das Neves.

Vacinação – O município de João pessoa recebeu neste primeiro lote 15.191 doses da vacina que previne contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2). Até o fim da campanha, a previsão do Ministério da Saúde é a vacinação de 208.645 pessoas na Capital da Paraíba. A meta é vacinar 90% de quem integra o grupo prioritário elegível para a vacinação.

Fonte: Felipe Silveira e Lilian Pedreira com redação