Desesperada, libélula invade e usurpa funções na ânsia louca de mostrar serviço e se segurar no cargo

O desespero nunca foi bom conselheiro e isso fica visível no comportamento de certa libélula fardada angustiada pela insegurança em se manter no cargo que há quase uma década ocupa de forma questionada na Justiça e cujo processo contestando suas promoções já foi ou está em vias de ser encaminhada aos tribunais superiores.

Na ânsia de bajular o Governo termina por expor o Governador

Em reiterados gestos de usurpação de funções, o desespero levou a frenética libélula assumir a condição de porta-voz do Governo e transformar em portal oficial um espaço destinado a promover a mais antiga instituição paraibana – a Polícia Militar.

Tomada de frenesi, em sucessivos surtos de alucinação pela desconfiança de que estaria sendo removido para os entulhos do que restou da gestão passada onde hoje pontificam as tornozeleiras; e em luta inglória com a Imprensa, que vigia seus passos de personagem suspeitíssima, estrela principal em roteiros de escândalos, a libélula fascinada transforma em fake News tudo o que desagrada sua índole duvidosa e sombria.

Com um auxiliar desse, João não precisa de oposição

No seu desespero invade funções e gabinetes, atropela atribuições e agora assumiu definitivamente o cargo de secretário de comunicação ao produzir vídeos de duvidosa qualidade – aparentemente sem o conhecimento do responsável pela publicidade oficial -, através dos quais enaltece sua mediocridade gritante a pretexto de promover o Governo e usados também como arma de ataque à liberdade de Imprensa com quem trava batalhas amparado nos métodos que levou outro facínora da Orcrim, Chico Peidão, para as grades, e cuja influência deletéria ainda se faz sentir forte nos abutres que patrocinam sua defesa.

Em açodado apoio ao indefensável já que a denúncia do deputado Walber Virgulino sobre relações comerciais do Governo João Azevedo com notórias figuras do mundo tenebroso, aquele que o ex-governador Ricardo Coutinho fundou, não se refere a empresa, mas ao proprietário indiscutivelmente tronozelado, dando ensejo assim para a alucinada libélula transformar o site da corporação em instrumento de ataques a imprensa, que o desnuda diariamente.

Jornalista apenas reproduziu informações de deputado que se referiu ao sócio e não a empresa

Um dos recursos mais recorrentes pelas ratazanas da corrupção seria o de criar novas empresas onde constariam apenas como sócios minoritários ou até, nem constariam para driblar a vigilância das autoridades e, novamente se habilitar em licitações, ou melhor: aproveitando a situação de calamidade voltar a manter relações comerciais com entes públicos.

O fato de a empresa não ser impedida, não retira de cena o suspeitíssimo sócio colaborando com a Justiça, mas supostamente enfronhado em novas relações, o que termina por jogar um mundo de suspeitas sobre a gestão do governador João Azevedo aparentemente enveredando pelos caminhos que levaram seu antecessor às grades.

Tem gente sentindo cheiro de queimado

A intromissão do site da PM numa questão que, em tese, diria respeito a Secretaria Institucional de Comunicação, órgão responsável por falar pelo Governo, mostra a alucinação que tomou conta da libélula em desvairada cruzada para desqualificar a imprensa; ele um poço de irregularidades e denúncias nunca devidamente apuradas em razão da influência criminosa da organização onde se entrincheirou por longos oito anos e que agora desconhece e vira as costas realçando a faceta da covardia que velhos companheiros de caserna identificam em seu caráter.

Fake News é crime, sim, mas driblar e afrontar a Constituição em proveito próprio também é; como adquirir equipamentos de espionagem também; como da mesma forma são os fundos de saúde sem prestação de conta; além de outras cositas que essa libélula enlouquecida esmerou-se fazer ao longo do tempo que serviu a organização criminosa, mas que, acreditam todos, cedo ou tarde chamará a atenção do Gaeco.

Enquanto isso, o caos toma conta da Segurança Pública e a libélula fardada nem aí para os índices de violência.

Está louca varrida. Perdeu o siso. Perdeu o pudor. E vai perder a boquinha, porque não existe cargo vitalício no serviço público.