Da tribuna à cátedra, a mentira faz seu percurso com ataques raivosos e insanos em desfavor da verdade

Há uma convergência e uma identidade espantosa nas ações de certas figuras, adeptas das fakes News. Ideologicamente opostas, mas semelhantes no caráter e no procedimento insano de espalhar mentiras para atingir objetivos sórdidos.

O sonho de Zé Américo transformado em pesadelo político

Politicamente antípodas, elas se uniram recentemente para fazer do governador João Azevedo alvo de seus ataques, onde a mentira foi transformada em munição sistematicamente disparada da forma que em linguagem bélica se chama fogo cerrado.

Não escolhem dia nem hora para atirar aleivosias ao governador eleito pelo voto direto dos paraibanos, e que foi levado ao rompimento para não se submeter a quem não se conformou em deixar o poder como exige e impõe o jogo democrático.

São figuras que, em tese, sequer se cumprimentariam, mas na prática exercem a mesma força diabólica para transformar em inferno o cotidiano do Governo e por extensão a vida do Estado com escaramuças, as mais vis.

Desta tribuna também disparam mentiras

Um ocupa a cátedra universitária e o outro a tribuna do parlamento para destilar ódio e inveja contra um homem simples, nascido nos subúrbios da capital cuja trajetória, até os que não gostam dele, são obrigados reconhecer da idoneidade, forjada na boa Educação doméstica.

Um deputado o outro professor, ambos com aquela deformação de caráter que distingue os mesquinhos, capazes de atacar a honra alheia sem o menor pudor sem nenhum constrangimento, atentos apenas aos interesses subalternos, que os guia e move nesse mundo nebuloso de intrincados labirintos.

Ataques constantes e infundados tem sido a receita dessa gente

O primeiro, uma espécie de executor moral entrincheirado numa universidade supostamente reduto do conhecimento humano mas transformada em bunker a serviço de um gangster cuja influência extrapolou as fronteiras, que delimitam as instituições no estado, e abortou o sonho de Zé Américo de ilustrar os conterrâneos, já que parte de sua gigantesca estrutura administrativa, cedida para ninho de conchavos tenebrosos, e agora empenhada em preservar esse poder nefasto.

Não está tão distante assim o tempo que foi travada uma batalha de vida ou morte pela conquista desse baluarte, que detém um orçamento de mais de 100 milhões de reais, e emprega uma multidão de servidores, alguns transformados em zumbis morais com a missão de defender o cadáver ambulante em que foi transformado o chefe supremo pelas investigações policiais.

Essa instituição hoje estaria servindo de abrigo a essas figuras disformes, que os escândalos moldaram, e que a cada dia perdem mais a expressão humana numa reprodução inversa e bizarra de um personagem de Oscar Wilde, a agirem insolentemente contra tudo aquilo que lhes desagrada e ameaça, trabalhando a todo vapor na construção e divulgação de fakes News, amparados nessa estrutura que o campus oferece e os cargos provêm.

Essa a tônica do dia a dia: a mentira como notícia

Elas não devotam respeito a opinião pública e, uma na cátedra e a outra na tribuna do parlamento, uniram-se para enxovalhar a dignidade do chefe do executivo paraibano e de sua gestão, usando os recursos que a mentira oferece numa sucessão de informações destituídas de veracidade que chama atenção pela persistência e pela identidade de propósitos, mostrando o quanto são semelhantes, mesmo ocupando espaços ideologicamente opostos.

O deputado bolsonarista na tribuna revela-se mais ardoroso na luta pelo desmonte da idoneidade do governador do que os próprios asseclas do tornozelado hoje silentes e de camarote, assistindo o escafeder-se do colega, afundando no descrédito, jogado ao isolamento político como se pode apreender das declarações do líder da Oposição, Raniery Paulino, refutando com veemência, os insultos proferidos contra a Imprensa.

O professor e o deputado se revelam unos, quando o assunto é a mentira e o alvo o governador empenhado numa luta de vida e morte contra um vírus que assola o mundo e tendo que se proteger do fogo rasteiro promovido pela política de esgoto que o ódio instalou no estado.

Um da cátedra e ou outro da tribuna prestam um grande desserviço à Paraíba e aos paraibanos.