Coronel da PM indaga em artigo por que respeitar o STF

O Jampaews publica mais um artigo do coronel Arnaldo Costa onde ele questiona ministros do STF, apesar de ressaltar a importância da Instituição. Na sua visão – forjada na disciplina da caserna – muito maior do que os homens ( a Instituição), mas, mesmo assim, não tão grande que possa ser definida como Suprema, porque, segundo o oficial, Supremo só Deus.

Coronel Arnaldo Costa na sua casamata intelectual

 

A opinião do militar esquenta o debate sobre as instituições brasileiras cuja atuação desagrada gregos e troianos e já atraiu sobre elas, o descontentamento da Esquerda e da Direita e também do Centro, conforme o desenrolar dos fatos e dos ingredientes ideológicos, jogados ao caldeirão político.

Transcrevemos abaixo o artigo do coronel:

Por que respeitar uma Corte que não se respeita?

Arnaldo Costa 1

Deus é o nosso Ser Supremo. Só Ele merece esse tratamento. Ninguém e nada mais mereceria ser
tratado como tal. Por isso e outras inconveniências, vejo que o termo supremo contido no tribunal
maior da justiça brasileira seja incorreto ou inadequado. Talvez essas inconveniências sejam
temporais. Mas o fato é que o mais prudente seria a substituição desse termo por outro que não
ofendesse ao tratamento dado a Deus. Chamar uma Corte desacreditada e às vezes, desmoralizada
de Supremo Tribunal é uma ofensa ao nosso Ser Supremo, Deus!

Infelizmente, essa Corte não merece o nosso respeito pelas constantes posturas deploráveis e até
inconstitucionais externadas pelos seus juízes. Nego-me a chamá-los de Ministros, nome muito
pomposo e até ridículo se compararmos com a Corte Suprema dos Estados Unidos, a maior
potência mundial e onde só tem nove Juízes (e não Ministros), enquanto na terra dos tupiniquins,
temos onze para uma população de 124 milhões menos que a norte-americana.

Analisem comigo as nefastas e obscuras origens dos juízes do STF que deveria ser uma casa onde
abrigasse nomes ilibados e de alto destaque na esfera do Direito e, principalmente como defensores
maiores da Constituição Federal.

Do Presidente que fugiu de um impeachment Fernando Collor saiu o Marco Aurélio de Mello.
Mello? Esse nome nos lembra outro Mello lá das Alagoas. O seu pai, Senador Arnon de Mello
matou um colega, o Senador José Kairala com dois tiros na tentativa de matar outro, o Senador
Silvestre Péricles, seu conterrâneo. Coincidentemente, esse nome Marco Aurélio lembra um
Imperador Romano que além de culto, admirava o estoicismo como modo de vida, muito diferente
desse juiz do STF que gosta de falar, falar, falar, mas suas atitudes são medíocres.

Outro personagem nefasto da política brasileira, o longevo José Sarney também pariu um juiz para
o STF, o Celso de Mello, o atual decano daquela casa. E graças aos deuses, essa figura se aproxima
de sua despedida, tão esperada pelos brasileiros que amam o Brasil. É ator de uma serie de asneiras,
visando enfraquecer o Governo Federal, e principalmente o Presidente Bolsonaro. Quando outubro
vier, vamos nos livrar dessa besta-fera invertida. Não foi à toa que o grande jurista Saulo Ramos o
chamou de juiz de merda!

O “social-democrata” FHC não poderia deixar de indicar um juiz de coleira, que é o Gilmar
Mendes, o conhecidíssimo abridor de cadeia para empresários ladrões e políticos corruptos. Em tom
jocoso, dizem que se você estiver com prisão de ventre, chame o Gilmar que ele resolve. A que
ponto chegou o nível ridículo de um magistrado e dessa Corte.

Até aqui, o elenco do QI 2 e dos indicados cheira mal até para as narinas menos cuidadas. Mas se
tem estômago bom, tem mais pela frente.

Agora vem o famoso homem do Foro de São Paulo, mais conhecido como Luladrão. A que nível
chegamos! Esse prisioneiro ‘licenciado” chegou a indicar três nomes para o STF que foram a
Carmen Lúcia, o trapalhão Lewandowski e o Dias Toffoli, o ex-advogado do PT. A Carmen, apesar
de ter passado algum tempo na presidência daquela casa, parece que ainda não chegou àquela casa.
Não sei o que se passa pela cabeça desses três magistrados em lembrarem que estão como tal, pela
escolha de um calhorda que chefiou a maior organização criminosa da história ocidental.

Infelizmente Carpeaux 3 morreu bem antes e assim deixou de registrar alguma obra incluindo esses
fatos tristes da nossa história, não só política, mas social e econômica.

Mas o estrago dos petistas continuou. Plagiando o Drumond, no meio do caminho tinha um poste;
tinha um poste no meio do caminho; tinha um poste. Essa pedra, ou melhor, esse poste foi a Dilma
Rousseff. Essa mulher, também conhecida como anta (desculpas a esse bichinho) escolheu – duvido
tenha sido ela – para o STF as figuras de Rosa Weber (não faz jus a esse sobrenome), Edson Fachin,
Luís Barroso e Luís Fux. Por incrível que pareça, é a turma menos ruim de todo o plantel.
Até hoje, continuo pasmo pelo fato dessa anta ter sido eleita pela maioria do povo brasileiro. O
Olavo de Carvalho tinha razão quando escreveu O Imbecil Coletivo. E a sua reeleição confirmou o
atestado do baixíssimo nível moral e cultural que viveu e ainda vive este país.

Eis que caiu de paraquedas, Temer, o Michel. Um pouco mais de dois anos foi o bastante para ele
angariar a antipatia geral dos brasileiros. A sua imagem foi totalmente destruída pelas negociatas
que fez com empresários e políticos. Só teve uma coisa bonita, a sua mulher Marcela. E para
completar o inferno de Dante, inconscientemente indicou para o STF, o seu parceiro de velhos
tempos, o Alexandre, não o Grande, mas o Morais. Pode ser considerado um anticonstitucionalista
pelas suas medidas esdrúxulas e ilegais que tem tomado nos últimos dias. Um desastre contra a
democracia.

No resumo, temos uma Corte maior da Justiça brasileira toda comprometida com o que pior existe
na política deste país. E as indicações desses personagens ainda contam com o aval de um Senado
repleto de candidatos a serem réus pela Operação Lava Jato. E tem mais: enquanto essa Corte anda
perseguindo Jornalistas que usam redes sociais pra falarem a verdade, essa mesma Corte vive
soltando Lula, José Dirceu, empresários ricos e outros bandidos. Como diria o nosso querido Boris
Casoy: Isso é uma Vergonha!

A instituição STF, apesar de não ser representativa do povo, está fora dessas minhas avaliações. O
que não respeito e que a grande maioria dos brasileiros também não respeita são certas atitudes de
alguns dos seus membros. Quando as pessoas, com faixas, exprimem fora STF, querem dizer:
FORA MINISTRO TAL E TAL!

“Sempre enfezei ser eu mesmo. Mau, mas eu” Oswald de Andrade

Obs.: Estes comentários estão inspirados em pronunciamentos dos renomados juristas Yves Gandra
e Modesto Carvalhosa.