Começa ganhar credibilidade a informação de que faltou dinheiro para o auxílio emergencial; filas se alongam nas portas das agências, aumentando o risco de contágio

O Auxílio Emergencial que podia ser um conforto, um alívio para milhões de brasileiros está se tornando um suplício, um verdadeiro calvário e uma exibição de sadismo das autoridades financeiras deste país, capitaneadas pela duvidosa e discutidíssima competência da figura de Paulo Guedes, aquele que se apresenta e é reconhecido como o ministro dos banqueiros.

Esse é o retrato da aflição de milhões de brasileiros à espera do auxilio emergencial

As gigantescas filas que se formam nas portas das agências da caixa têm qualquer semelhança com aquelas dos campos de concentração nazistas, onde milhões de pessoas eram atraídas para debaixo dos chuveiros na suposição de que iriam tomar banho.

Isso é o que vem acontecendo 24 horas

Em tempos de coronavírus e com os aplicativos oferecidos pelo Governo sem darem as respostas, elucidativas e resolutivas para o saque do auxilio emergencial as imensas filas de pessoas aflitas, atrás de receber o dinheiro prometido transformam-se em verdadeiras arapucas, onde o contágio pode dizimar milhões, notadamente as mais pobres sob o olhar indiferente dos servidores da Caixa, que se amparam na internet para não dar explicações, a maioria de uma simplicidade que estarrece.

Governo ficou de criar plataforma para agilizar pagamento do auxílio, mas Paulo Guedes prefere amparar os bancos

Pelo que se apurou o Governo ficou de criar uma plataforma para gerenciar essa demanda o que não fez e terminou por congestionar o sistema e colapsar os serviços online da Caixa.

Apesar de ter seus dados todos confirmados e a informação da instituição financeira de que, seu cadastro fora aprovado e o dinheiro já estaria disponível milhões de pessoas não têm conseguido liberar os recursos, já em conta, porque o aplicativo Caixa Tem não funciona.

Governo patrocina aglomeração facilitando o contágio

Quem nasceu em janeiro e fevereiro ainda não conseguiu sacar ou transferir ou fazer uso de nenhuma maneira do Auxilio que, de esperança transformou-se em desespero pela inoperância de um Governo que desde instalado tem batido cabeça na área econômica pela deslavada incompetência de um ministro reconhecidamente a serviço dos bancos.

Depois de uma exaustiva e humilhante procura é com isso que o cidadão se depara

A confirmada incapacidade da Caixa e do sistema colocado à disposição da população para o pagamento do auxilio social caminha para um desfecho trágico porque o que poderia ser resolvido no isolamento do lar está sendo transferido para as ruas, onde multidões se aglomeram nas portas das agências a procura de respostas para sua situação individual.

Qualquer semelhança pode parecer mera coincidência

Da esperança ao desespero pode ser um pulo se essa equipe econômica destrambelhada não encontrar em tempo recorde os meios racionais para desmanchar as filas quilométricas que estão sendo formadas diante das portas de agências bancárias e que podem resultar na expansão desenfreada da pandemia e relembrar os banhos letais que os nazistas providenciavam na Segunda Guerra.

Além do mais, a onda de boatos e de versões desencontradas, que varre a internet, começa dar credibilidade a informação de que, faltou dinheiro e o auxílio seria um estelionato social.