Em CG: Ciro diz que quer salvar empresas à beira da falência

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O candidato do PDT à presidência da República, Ciro Gomes, esteve hoje em Campina Grande e anunciou que pretende implantar uma política voltada a resgatar empresas endividadas, com a finalidade de evitar mais desemprego e promover aquecimento econômico. “O Brasil está condenando o seu comércio, sua indústria a praticamente a entrar na falência generalizada. Eu tenho um projeto de refinanciar todo o passivo dessas empresas. Isso vai tirar a corda do pescoço. Porém, preciso fazer que da porta pra trás, o freguês possa comprar de novo. E nesse ponto preciso refinanciar a divida das famílias, que são 66.600 milhões pessoas”, revelou o candidato, que chegou pela manhã e foi recebido pelo candidato do PSDB ao governo do Estado, Pedro Cunha Lima, e pelo candidato ao Senado pelo PDT, André Ribeiro, além de candidatos ao Legislativo.

Ciro também criticou o sistema tributário atual e afirmou que pretende simplificá-lo. “O Brasil seis tributos com valor adicionado que tiram muito mais dos pobres e da
classe média do que dos ricos. Precisamos cobrar mais cobrar mais dos super-ricos”, defendeu.
O candidato acredita que estará no segundo turno da eleição. “Eu me encontro fora da linha de impedimento, quero dizer, não sou ladrão, não tenho que responder a acusações de corrupção, e estou pedindo a bola. Tenho experiência e já fui artilheiro. Estou no ponto, se passar a bola eu faço o gol de placa e devolvo ao povo brasileiro a confiança no futuro”.

As pesquisas, no entanto, apontam pequeno crescimento de Ciro na preferência do eleitorado. A pesquisa PoderData realizada de 4 a 6 de setembro mostra uma liderança folgada nas intenções de voto de Lula na região Nordeste, com 48%, à frente do presidente Jair Bolsonaro (PL), com 31%, de Ciro, com 10%, e da candidata do MDB, Simone Tebet (leia sobre a metodologia do estudo ao fim da reportagem).