Apesar de ser constantemente alertado da necessidade de mudar o aparelho policial, João permanece indiferente ao caos

Repercutiu de forma estrondosa no Sistema de Segurança a matéria sobre mudanças no setor cuja urgência e necessidade já foi exaustivamente detalhada e demonstrada ao governador João Azevedo, inclusive com a sugestão de nomes para substituir as velhas peças, enferrujadas que, de tão enferrujadas estão emperrando a máquina da segurança, o que tem elevado aos cumes do insuportável os índices de violência.

João continua indiferente ao pandemônio na Segurança; governador hesita sacar a caneta

Já se firmou a convicção que a incúria do governador João Azevedo em relação às providências urgentes, que devem ser tomadas para que o aparelho policial possa funcionar dentro da normalidade, estaria sendo a razão maior para o descalabro que acometeu a segurança nos últimos 12 meses, quando os índices de homicídios e ataques ao patrimônio subiram assustadoramente como consequência da visão atrofiada que impera hoje particularmente no que diz respeito ao policiamento ostensivo e preventivo, absolutamente defasado em ideias e ações.

No âmbito da Segurança a relutância do governador em promover as substituições – já sobre sua mesa de trabalho – seria a causa maior e estaria estimulando o boicote e a sabotagem, ações que já foram denunciadas pelo próprio governador, e que estariam sendo reeditadas, agora, para promover o caos na segurança e derrubar o secretário.

Inclusive, esse cenário de sabotagem e boicote já foi comunicado ao próprio João Azevedo e os números assustadores, a comprovação dessas ações, forjadas em gabinetes, onde a influência do Governo passado continua forte e decisiva, alastrando-se para outras áreas como a Comunicação, onde a estrutura do esquema passado continua intacta e atuante.

Essas forças resistem entregar o bastão e trabalham na surdina a ingovernabilidade como forma de se manter viva e poderosa. A relutância do governador reforça a tese de que, nada mudou e o Governo passado continua vivo e operante movendo a máquina do estado de acordo com seus interesse que, segundo o Gaeco não são nada republicanos.

João precisa sair da letargia e acionar a caneta ou vai junto para o Inferno.