Adjany se compromete a enfrentar o que chama de “monopólios” de transporte público

Adjany Simplicio (50), candidata do PSOL, participou nesta quinta-feira (01) da Sabatina com os candidatos ao Governo do Estado promovida pela Câmara Municipal de João Pessoa, um importante momento para dialogar com a população paraibana.

A mobilidade urbana foi um dos pontos que apareceu nas perguntas feitas à candidata. Esse é um tema que é de profundo conhecimento da população pessoense e paraibana que vivencia cotidianamente os problemas relacionados ao transporte público.

Adjany questiona a razão pela qual não houve posição da Câmara e do Executivo com relação ao transporte público de João Pessoa para trazer dignidade e mobilidade para a população. “Parece que além do porto de Cabedelo, a gente também tem a caixa de pandora com relação a como se inscreve o transporte público no nosso estado”, afirma.

“Por que ele está nas mãos de poucas empresas? Por que essas empresas não são confrontadas para apresentar um documento que justifique as nossas passagens tão altas? Por que as reivindicações da população não são ouvidas? Porque não há fiscalização com relação ao serviço que não é prestado? Por que as denúncias feitas pela população são ignoradas?”, questiona em sua fala.

Para Adjany, se existe uma dificuldade de ultrapassar os limites de negociação com essas empresas, o estado precisa ser convocado e intervir diretamente nessa questão. Enquanto propostas exequíveis em seu governo, a candidata assegura que tem a “ousadia de fazer esse confronto, combatendo esses monopólios, e óbvio, criando melhores alternativas para que a população possa se deslocar não apenas para trabalhar”.

Segundo ela, essa situação caótica dos transportes públicos foi agravada na pandemia, mas é uma realidade constante para a população, e configura um direito negado que tem impacto direto na saúde mental e no bem estar da população. Conhecendo na pele essa problemática que afeta profundamente a vida da população paraibana, Adjany se compromete a mudar o cenário e afirma: “Para enfrentar tem que ter coragem e não pode ter rabo preso”.