TUDO ou NADA!

O coronel da reserva Arnaldo Costa ( Foto) continua sua série de artigos onde promove uma discussão e concita o povo a se manifestar sobre o governo de Jair Bolsonora. Incondicional do presidente,o coronel levanta a tese do plebiscito como forma de avaliar a aprovação ou rejeição do capitão espremido entre a insatisfação de uma inegável parcela da sociedade que não votou e que se torna maioria quando se leva em conta aquele eleitorado que não se manifestou nas urnas, mas que que parece botar a cabeça para fora estimulada pela publicidade maciça capitaneada pelos grandes veículos de comunicação fritando diariamente o atabalhoado  presidente. Abaixo o texto do coronel:

 

Arnaldo Costa

Sem querer alardear feitos do atual Governo Federal, é forçoso externar que o atual Presidente da República pegou um país destroçado moral, ética e economicamente falando.

O Jair Bolsonaro inaugurou uma nova concepção de gestão governamental neste país. Como?

Primeiro, escolheu o seu ministério pelo critério da meritocracia, ou seja, vendo a capacidade e potencial de cada pessoa que pudesse ocupar o cargo de Ministro, quebrando a política do “toma lá, dá cá” e por isso nunca se viu um ministério tão bem qualificado como o atual; segundo, diminuiu drasticamente a quantidade de Ministérios; dispensou milhares de funcionários públicos admitidos sem concurso; cortou toda a verba publicitária que era distribuída de maneira aleatória e injusta, preferindo fazer tremenda economia, com publicidade feita pelas redes sociais; nas relações exteriores, aboliu a política pelo viés ideológico; estamos há 18 meses de governo e nada de notícia, mesmo pelo clã dos Marinhos, sobre indícios de corrupção, coisa corriqueira em governos anteriores; jamais se viu neste país, um Presidente da República ficar recebendo constantes manifestações de apoio, não só na Esplanada, mas nas grandes cidades do território brasileiro; antes da pandemia chinesa, a bolsa vinha crescendo quase que diariamente e o dólar baixando; mesmo com esse miserável vírus chinês, o Brasil mantém bons índices na balança comercial; e outros acontecimentos mostrando que o atual governo federal está no caminho certo para a recuperação moral, ética e econômica.

No entanto, invariavelmente todos os dias vemos ações e críticas veementes contra o seu governo, partidas pela grande mídia tradicional, por líderes do Congresso Nacional, por diversos governadores comunistas e até por alguns juízes da Corte maior que deveriam ficar em silêncio, resguardando a sua posição de magistrados. Por enquanto, nego-me a chamar essa gente de ministro e muito menos de supremo.

Reações com críticas por políticos de partidos da esquerda são até certo ponto compreensíveis. Esse pessoal – arredio à democracia – ainda não se conformou com o resultado das urnas em outubro de2018 que elegeram o Bolsonaro com quase 58 milhões de votos, com a diferença de mais de 10 milhões para o representante das esquerdas.
Vemos alguns juízes da Corte maior intimando e provocando determinados Ministros do Executivo, numa afronta a própria Constituição Federal. E já chegaram a suscitar a possibilidade de apreender o celular do Presidente de República, para espanto da própria oposição. Um dos juízes dessa Corte chegou ao ridículo em autorizar a divulgação de um vídeo de uma reunião ordinária do Ministério.

Pensava aquele juiz de idade longeva que iria prejudicar a imagem do Bolsonaro. Quanto engano e só fez aumentar a popularidade do Capitão. Realmente, esse juiz já era para estar de pijama em casa, aterrorizando os seus netinhos.
Por que estou expondo todos esses acontecimentos? Pra dizer que o povo brasileiro precisa dar UM BASTA nesse estado beligerante orquestrado pelas falanges esquerdistas e apoiado pela imprensa venal, encabeçada pela família Marinho. Contando ainda com o beneplácito de um tribunal repleto de apadrinhados de um ladrão condenado pela Justiça e de uma anta cassada pelo Congresso Nacional, mesmo tão desacreditado. A que ponto o nosso Brasil chegou.

E também chegou a hora da soberania popular ser testada, de uma vez por todas. Chega de tanta
briga inútil, de tantas traições, de tantas reações injustificadas, de tanta picuinha de esquerdistas, de tanto tempo perdido com discussões estéreis que só perturbam o bom andamento da administração pública federal.
Esse basta não significa ações como intervenção militar ou coisa parecida. Esse basta seria pela aplicação da própria Constituição Federal em seu artigo 14 que preceitua o plebiscito e regulamentado pela Lei nº 9.709/1998.

Esse instrumento tem sido utilizado para questões territoriais, mas o Art. 2º da Lei citada é bem clara: “Plebiscito e referendo são consultas formuladas ao povo para que delibere sobre matéria de acentuada relevância, de natureza constitucional, legislativa ou administrativa.”

Alguém desavisado poderia alegar que o instrumento mais aplicável seria o impeachment, também previsto na CF, em seu artigo 85. Digo categoricamente, que não seria por aí, por dois motivos básicos: primeiro, não se trata de crime de responsabilidade; e segundo, o processo de impeachment é todo dirigido por um desmoralizado Congresso Nacional. O plebiscito é manifestação da soberania popular, enquanto o impeachment, não. Historicamente, parlamentares não representam a vontade popular, diferentemente do que acontece num país de seriedade democrática. Ficou claro ou quer que desenhe?

Vamos ficar vendo um Presidente da República eleito democraticamente, honesto, cristão, patriota e que continua apoiado pela maioria dos brasileiros, sendo acuado ou imobilizado por esse nefasto
establishment?

O plebiscito constaria da seguinte pergunta: “O atual Presidente da República deve ou não continuar no cargo?”
Teoricamente, esse plebiscito oferece risco para o Presidente da República receber o resultado NÃO. Mas antes de decretado o plebiscito, haveria um acordo entre os três Poderes no sentido de definir as suas consequências. Se é que isso seria possível…

No caso do resultado ser pelo SIM, o Presidente da Câmara dos Deputados colocaria em pauta todos os projetos da Presidência da República, cujo titular continuaria até o término de seu mandato. Já o STF colocaria em julgamento todos os processos envolvendo políticos indiciados por corrupção. No caso do resultado ser pelo NÃO, o Presidente da República seria automaticamente obrigado a deixar o cargo.

Alguém poderia alegar que este aqui está sonhando e perguntar: o que ganharia o Bolsonaro com esse plebiscito no caso da resposta ser SIM? Aparentemente, nada se pensarmos que o Congresso Nacional e o STF continuariam criando obstáculos ao seu Governo.

Então, pra que um plebiscito? Para mostrar ao mundo de que a grande maioria do povo brasileiro continua apoiando o Bolsonaro apesar de todas as adversidades criadas pelo Congresso Nacional, pelo STF, pela grande mídia capitaneada pelos Marinhos e a CNN e contra a invasão do Partido Comunista Chinês com suas investidas econômicas junto a certos governadores.

Então, vamos botar as cartas na mesa. Chegou a hora do TUDO ou NADA. Pô!