Jampa News

12/04/2018 às 07:12

Prazo de validade de Moro começa vencer e ministro Gilmar Mendes diz que ele pratica patifarias jurídicas

Gilmar esgotou a paciência com Moro e o chama de patife Gilmar esgotou a paciência com Moro e o chama de patife

É bom os aventureiros ficarem atento aos sismos registrados na sessão de ontem no STF onde o embate entre as placas que compõem o tribunal mais uma vez se fez nítido e sinaliza para um esgotamento em relação ao que Gilmar Mendes denominou de “Constituição de Moro”, uma alusão direta aos abusos que o juizeco de Curitiba vem promovendo na legislação brasileira cada vez mais se distanciando do que diz a Constituição, apesar dos esforços afetados de outros ministros submetidos ao que Gilmar chamou de Constituição de Curitiba.
 
O que se viu na sessão de ontem foi um Gilmar acompanhado de mais quatro colegas defendendo que o tribunal retorne ao direito em voga para não destruir a Constituição como vem sendo sistematicamente praticado pelo juiz da Rede Globo na ânsia louca por promoção.
 
A reação de Gilmar aos abusos foi tão forte que ele taxou de “patifarias” o que vem sendo decidido pelo juiz, que abandonou a toga e a compostura da profissão para se dedicar ao trabalho de ator global reproduzindo no exercício da função aquilo que a família Marinho escreve como se integrasse um elenco de novela.
 
Moro já não é mais a unanimidade estúpida que a Globo produziu ao promovê-lo caçador de corruptos quando da sua investida contra o PT sob os aplausos da massa bestificada pelo noticiário intenso direcionado a destruir o partido que cresceu praticando a Justiça social no país e que foi criminalizado pelo direito discricionário do tabaréu de Curitiba onde um Código Penal fascista foi aplicado para triturar todo àquele que se mostrasse uma ameaça aos projetos concebidos pelo Departamento de Defesa americano no qual Moro sofreu sua lavagem cerebral dedicada a destruir os mecanismos da soberania nacional e que culminou com a prisão criminosa do maior líder político do país, perseguição que foi definida como fetiche pelo apresentador da Rede Globo, Chico Pinheiro, mostrando que nem dentro da emissora golpista existe unanimidade contra Lula.
 
A sessão desta quarta-feira, 11, do STF sinaliza para uma divisão dentro do tribunal mostrando que os excessos produzidos pela Lava-Jato começam desmanchar a imagem da mais alta corte obrigada a avalizar o aviltamento constitucional detonado por Moro em obediência aos ditames da Globo cuja atuação também já começa incomodar setores da Justiça, do Legislativo e do Judiciário, todos com as barbas de molho diante do poder avassalador exibido pela rede de TV única no mundo a ditar as ordens a uma sociedade pela força da pressão, da coação e da chantagem descarada e que, num país movido pela corrupção se torna imensurável.
 
O que move Gilmar a se opor aos exageros criminosos de Sérgio Moro é a certeza de que, o que dá para A também dá para B, apesar das manobras escandalosas da Justiça para blindar políticos acusados de corrupção notadamente àqueles que se penduram no poleiro do PSDB, como foi feito agora com o governador Geraldo Alckmin cujas ações de corrupção foram transferidas para a Justiça Eleitoral.
 
O clamor popular para que a Justiça alcance esses criminosos emplumados vem aumentando e já se torna premente que alguns sejam depenados para que, nem a Justiça nem a Lava-Jato mergulhem definitivamente no descrédito e a parcialidade de ambas insufle a rebelião civil.
 
Não é de hoje que Mendes se irrita com o juiz curitibano e com os procuradores da Lava-jato aos quais já chamou de “cretinos” e aconselhou que calçassem as sandálias da humildade. O ministro ressaltou também que não é cometendo crime que se combate o crime.
 
Numa de suas primeiras investidas contra os excessos promovidos pela turma de Curitiba, Mendes enfatizou: "você não combate crime cometendo crime. Ninguém pode se achar "o" do borogodó. Cada um vai ter seu tamanho no final da história. Um pouco mais de modéstia, calcem as sandálias da humildade", criticou Mendes, referindo-se aos investigadores.
 
Pelo ranger de dentes de Gilmar Mendes, e Gilmar não rosna sozinho, o clima deve esquentar para quem tem pouca pólvora nesse tiroteio de indecências jurídicas e alguns bois de piranha devem ser atirados ao rio da moralidade pública para que o resto da boiada possa atravessar com segurança.
 
Nesse contexto é possível explicar que Polícia Federal ande atrás do assessor de Cássio Cunha Lima apontado como o elemento que teria recebido propina da Odebrecht para a campanha do senador em 2014.
 
Ninguém mais do que Cássio tem o perfil do tucano pronto para ser abatido: senador, ex-governador, cassado duas vezes, o protótipo do político que a opinião pública repudia, promovido pela Rede Globo durante o impeachment e que pode muito bem substituir Aécio no patíbulo da moralidade quando a boiada tiver que atravessar o caudaloso rio dando o alarido necessário para saciar a sede de justiça que se espalha por esse país de manifestoches projetando a conveniente impressão de que, a Lei é para todos.
 
 
 
 
 
 
 

Fonte: Redação

Comentarios da notícia

Comentário do internauta:
  • Comentado em 12/04/2018

    Nome: pedro


    Comentário: agora deixa que ele pratique com todos. não pode ser só com o pt!

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