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04/10/2017 às 08:44

Pedro defende produtor de queijos artesanais e diz que solução para País é choque de liberalismo

Pedro lembrou do confisco, que aconteceu no Rock in Rio, no mês passado, de 80 quilos de queijos artesanais que foram jogados no lixo porque faltava um carimbo estatal. Pedro lembrou do confisco, que aconteceu no Rock in Rio, no mês passado, de 80 quilos de queijos artesanais que foram jogados no lixo porque faltava um carimbo estatal.

O deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) usou a tribuna na Câmara Federal, nesta terça-feira (3), para falar em defesa do produtor de queijo artesanal brasileiro, que é impedido de comercializar o seu produto pela falta de autorização do Governo. "À JBS entrega dinheiro, entrega tudo, mas não ao pequeno produtor que fica à mercê da informalidade. E eu me refiro àquele produtor da cidade de Taperoá, no Cariri paraibano, que a duras penas consegue criar sua cabra, consegue extrair o leite e consegue fazer uma receita de queijo, quando chega a hora de vender, o Estado diz: não", disse, afirmando que o País precisa de um choque de liberalismo.
 
Pedro lembrou do confisco, que aconteceu no Rock in Rio, no mês passado, de 80 quilos de queijos artesanais que foram jogados no lixo porque faltava um carimbo estatal. "Veja a que ponto nós chegamos e o tamanho do cúmulo do absurdo que é o tratamento que o Governo dá a esse tipo de produtor que tenta alavancar o nosso País. Existem queijos brasileiros que vencem prêmios na Europa e aqui precisam viver na clandestinidade, porque não têm autorização do Estado", relatou.
 
De acordo com o parlamentar, o Estado brasileiro, além de não ajudar, de roubar, de corromper a sua estrutura, ainda sufoca, estrangula e proíbe aquele que quer empreender. Em sua fala, o tucano disse que o Brasil funciona em um aparelhamento estatal corrupto, com uma burocracia que só favorece a quem tem os atalhos do poder. A JBS, conforme argumentou, gosta desse formato, porque teve um grande crescimento durante o Governo do PT, usando o dinheiro do povo. Ele disse ainda que o Estado brasileiro arrecada e tira o dinheiro de quem menos tem e entrega para os donos do poder e que é para isso que serve a burocracia brasileira.
 
"O micro negócio funciona, no Brasil, só na informalidade. A gente chegou a um limite. É um Brasil que estimula o crime. Nosso País confere prêmio ao criminoso, àqueles que estão errados. Nós temos de fazer um Brasil para os honestos, para os cidadãos de bem. Basta! É esta situação que a gente precisa enfrentar, desburocratizar a máquina pública, viabilizar empreendimentos", falou.
 
Assessoria 

Fonte: Assessoria

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