Jampa News

11/10/2017 às 08:27

Maranhão recusa ser candidato das oposições; serei o candidato da Paraíba, ressalta senador dando a arrancada para 2018

Maranhão navegando em céu de brigadeiro Maranhão navegando em céu de brigadeiro

Se havia alguma dúvida sobre a candidatura de Maranhão ela foi afastada depois de sua declaração dizendo que não é o “candidato das oposições”, mas o candidato da Paraíba. Dessa forma, a velha raposa de Araruna amplia o leque de alianças atraindo para sua postulação aquelas legendas comprometidas com o estado e com o povo paraibano.
 
Ao fugir desse circulo que congrega interesses de grupos e pessoas, chamado oposição de conveniência, Maranhão conclama as lideranças comprometidas com o desenvolvimento do estado e dos paraibanos, ele que tem essa autoridade conferida pela história de honradez e probidade e pela folha de serviços prestados, que lhe cunhou o apelido de “Mestre de Obra”.
 
Se a divisão da oposição foi algo pensado pelo governador Ricardo Coutinho, ele conseguiu êxito na estratégia e hoje as forças que lhe fazem restrições políticas já não falam a mesma língua. 
 
A presença de Maranhão como candidato no pleito do próximo ano afasta do bloco oposicionista a principal força eleitoral do estado e sinaliza para o segundo turno quando o embate ficará restrito a apenas dois candidatos, o que facilitará as manobras do governador e o deixará a vontade para compor com quem lhe for mais conveniente.
 
Nesse cenário dificilmente Cartaxo deixará a prefeitura, pois terá nas suas costas um inimigo velado capaz de qualquer tipo de ação, inclusive as mais deploráveis do ponto de vista político e moral, que responde pelo nome de Manoel Junior, cujo perfil não é dos mais recomendáveis, segundo opiniões diversas a seu respeito, incluídas a do ex-deputado Eduardo Cunha e do pré-candidato a Presidência, Ciro Gomes.
 
O cenário de devastação moral na política também pode servir de empecilho para o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, cujo partido entrará na disputa com o ônus de ter atirado o país na mais grave crise política, ética e moral. Além do mais, Romero terá que arrastar a carga pesada do primo Cássio, alvo de denúncias e processos que podem encerra sua vida pública e atrapalhar consideravelmente a pretensão do parente de ser governador.
 
Por todos esses fatores, a candidatura de Maranhão apresenta certo favoritismo já que terá a seu favor o passado de retidão no trato da coisa pública.
 
Céu de brigadeiro, em 2018, para o velho piloto de Araruna.
 

Fonte: Redação

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