Jampa News

11/09/2018 às 06:46

Insegurança Máxima:Analistas de Segurança Pública afirmam que invasão do presídio contou com a omissão dos agentes e policiais; a segurança teria atendido as ordens dos bandidos: “não reajam que ninguém sairá ferido”.

Tenente morreu fora da "zona de combate" Tenente morreu fora da "zona de combate"

Cada vez mais estranho o “cenário de guerra” instalado no presídio PB1. Pelas informações recebidas de fontes credenciadas e pelos relatos que vazaram em vídeos pela internet tudo leva crer que forças misteriosas e poderosas agiram nos bastidores para que operação criminosa alcançasse o êxito que alcançou e que jogou por terra toda credibilidade do aparelho de segurança pública do Governo de Ricardo Coutinho.
 
De acordo com essas fontes, as equipes de segurança, militares e agentes penitenciários, não esboçaram nenhuma reação e entregaram sem resistência o presídio obedecendo à orientação dos invasores para que permanecessem quietos, que ninguém sairia ferido como realmente ninguém saiu a não ser o tenente morto fora do local da cena de violência e sem qualquer explicação oficial sobre o estranho ocorrido que, segundo essas fontes exigiria esclarecimento.
 
Para atentos observadores e experientes analistas de segurança realmente o poder de fogo dos bandidos seria bem superior ao dos policiais do presídio, mas toda estrutura do prédio foi erguida para conter esse tipo de tentativa sendo esse episódio do PB1 muito raro e não constaria nos anais policiais ocorrências de invasão de presídios de segurança máxima, correndo com frequência rebeliões internas.
 
O certo é que o presídio foi entregue sem resistência, segundo essas fontes e um áudio que rola na internet de um ex-diretor acusando a policia e os agentes de se renderem aos bandidos, sem esboçar nenhuma reação, o que leva a crer que o intenso tiroteio tenha sido para passar a impressão de combate violento quando na verdade o saldo de mortos foi de apenas um policial bem distante da zona de combate.
 
Agentes e policiais das guaritas foram “cavalheirescamente” respeitados pelos bandidos e todos voltaram ao fim do dia para suas casas menos o jovem tenente que morreu distante do ocorrido, não tendo sido, portanto, vítima da invasão como querem deixar transparecer as versões oficiais.
 
O governador apressou-se em avalizar a versão que lhe foi repassada e reconheceu publicamente a inferioridade de sua polícia no que tange a armamento e também ao preparo no enfrentamento já que a quadrilha esbanjou conhecimentos de guerrilha urbana e deu um show de eficiência bélica.
 
Esses analistas confirmam que a operação foi planejada em seus mínimos detalhes levando em conta todas as probabilidades e reconhecem que não houve reação nem fora nem dentro do presídio já que foi confirmado que as viaturas que rondavam nas proximidades não participaram do enfrentamento e não dispararam nenhum único tiro nem elas nem os policiais que se encontravam nas guaritas.
 
Essas fontes não descartam também que a operação teria ainda uma conotação política pelo enorme estrago que causou a imagem do Governo e que deve resvalar para o candidato João Azevedo que já vem sendo escorraçado nas redes sociais, onde aparece pregando as mil maravilhas de um Governo que a cada dia adquire a feição de conto de fadas.
 
Esse cenário de facilidades leva a crer que os bandidos contaram com a omissão e talvez com a conivência do aparelho de segurança pública e Ricardo estaria feito marido traído querendo justificar as peraltices da esposa para os vizinhos bisbilhoteiros.
 
 
 
 
 
 

Fonte: Redação