Jampa News

23/06/2019 às 06:53

Folha embarca na cruzada para salvar o país da ignomínia praticada por Moro e bando

A parceria entre The Intercept e Folha de São Paulo além de ampliar e aprofundar as revelações sobre os abusos e irregularidades praticadas por Moro e procuradores serve também para rechaçar as tentativas de desqualificar o material capturado pelo site americano já que um dos veículos mais identificados com a Extrema-Direita brasileira seria exatamente o da Família Frias, mas que, por razões ainda não bem definidas resolveu desmistificar a figura de herói do sacripanta de Curitiba e bando.
 
Além da Folha, outros espaços da Direita que empinaram a Lava-Jato com fervor e que hoje fazem seu exame de consciência reconhecendo os estragos causados pela atuação criminosa do juizeco de província e seus asseclas, como o do jornalista Reinaldo Azevedo no Uol e na Band News, também mergulharam na cruzada para salvar o país da devastação pretendida pelo atual Governo, receosos ao fim do desgaste estrondoso e do repúdio universal inevitável como resultado dessa contenda onde a perfídia, a calúnia, a infâmia e a cavilação serviram de ingredientes para derrubar um Governo legítimo e popular e que agora as conversas vazadas revelam em toda sua plenitude mostrando o plano solerte que destruiu a democracia brasileira e expondo a ilegitimidade desse governo comandando por notórios fascistas adeptos e proclamadores da violência e da discriminação como solução para os problemas da sociedade brasileira.
 
O mea culpa desses segmentos aponta também para o receio da repercussão mundial que começa se avolumar nas sociedades mais civilizadas com o tamanho da monstruosidade praticada por autoridades judiciais no Brasil que embarcaram na aventura do golpe e que agora estão expostas às críticas e principalmente ao repúdio concedido aos canalhas, incluídos aqueles que envergam fardas e togas.
 
E só a chantagem e a extorsão poderiam explicar a submissão e a cumplicidade de figuras como Raquel Dodge completamente desassociada da realidade e presa a compromissos que os dossiês e outros documento arrancados a fórceps pela Lava-Jato submeteram ministros e outros integrantes da Justiça apavorados com o que ainda tem para ser revelado e que pode desnudar por completo as relações de promiscuidade que a corrupção impôs ao país e cuja influência se estende muito além do PT, e que teria provocado receio e cautela ao juizeco de Curitiba como mostra essa reportagem feita em parceria entre Folha e The Intercept apontando para a imensidão do mar de lama que ainda resta para ser navegado e onde ainda pode afundar muitas reputações a começar pelo Judiciário garroteado ao ponto de se submeter aos estardalhaços de generais de pijama próximos a mergulharem de vez nas chamas do inferno onde poderão pagar os pecados destinados aos traidores.
 
Agora não é apenas o Intercept que vem desvendado a trama sinistra que alterou o resultado da eleição para Presidente. Junto com o site americano o empenho dos arrependidos que enxergaram em tempo o estrago fabuloso que o ódio a um homem provocou ao país e tentam de alguma forma consertar o erro expondo a ignomínia praticada contra ele e contra o país.
 
Sejam bem-vindos! (Jampanews)
 
Em parceria, Folha e Intercept revelam novos crimes de Moro e Dallagnol
 
Pacote de mensagens aponta que Sergio Moro e Deltan Dallagnol atuaram em sintonia no episódio do grampo ilegal da ex-presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula, que foi vazado para o Jornal Nacional e foi determinante para o golpe de 2016, que abriu espaço para a ascensão da extrema-direita no Brasil
 
"Procuradores na linha de frente da Operação Lava Jato se articularam para proteger Sergio Moro e evitar que tensões entre ele e o Supremo Tribunal Federal paralisassem as investigações num momento crítico para a força-tarefa em 2016", aponta a primeira reportagemdecorrente da parceria entre a Folha de S. Paulo e o The Intercept. "O objetivo era evitar que a divulgação de papéis encontrados pela Polícia Federal na casa de um executivo da Odebrecht acirrasse o confronto com o STF ao expor indevidamente dezenas de políticos que tinham direito a foro especial -- e que só podiam ser investigados com autorização da corte."
 
Moro e Dallagnol temiam que o ministro Teori Zavascki desmembrasse os inquéritos que estavam sob controle de Moro em Curitiba, uma vez que atingiam políticos com foro privilegiado.  "Tremenda bola nas costas da Pf", disse Moro. "E vai parecer afronta". Moro também se referiu à palavra ‘lambança‘,  ao se referir ao erro da PF. 
"Saiba não só que a imensa maioria da sociedade está com Vc, mas que nós faremos tudo o que for necessário para defender Vc de injustas acusações", respondeu Dallagnol, sobre o fato de Moro ter em seu poder dados sobre pessoas com foro privilegiado.
 
Nesta primeira parceria, Folha e Intercept mostram que o juiz deve se manter equidistante entre acusação e defesa – e não atuar como uma das partes. O que as mensagens revelam é que Moro foi chefe da acusação em toda a Operação Lava Jato.
 

Fonte: redação/portais