Jampa News

23/06/2019 às 09:21

Folha desqualifica parecer de Raquel Dodge e afirma que as informações do The Intercept não foram adulteradas

Dodge com o rabo preso pela Lava-Jato Dodge com o rabo preso pela Lava-Jato

A cada dia mais apertado o cerco as ações criminosas do grupo comandado por Sérgio Moro e Deltan Dallagnol e as repercussões negativas estão caminhando célere para constranger o Poder Judiciário e coloca-lo contra a parede quando tiver que julgar o recurso da defesa de Lula sobre a parcialidade do juizeco de Curitiba.
 
Como exemplo desse cerco a estreitar-se em razão dos destrambelhos de Moro e quadrilha a reação constrangedora e patética expressa no parecer da Procuradora Geral Raquel Dodge que procura tapar o sol com peneira ao sugerir a atuação de grupos criminosos a invadirem a privacidade de autoridades e adulterar mensagens, ação que foi desmascarada neste domingo pela reportagem do Jornal A Folha que atesta a veracidade do que foi capturado pelo site americano.
 
A entrada de veículos da mídia tradicional e defensora até recentemente da Operação Lava-Jato coloca em constrangimento e desqualifica o parecer da procuradora geral mostrando o quanto ela está submetida ao clima de chantagem e extorsão implantado pelos métodos mafiosos da Força-Tarefa de Curitiba que arrancou a fórceps declarações nas suspeitíssimas delações premiadas para direcionar o processo contra Lula.
 
A situação de constrangimento e de submissão a esse clima de terror implantado pelo ex-juiz e pelos procuradores e que já atingiu Raquel Dodge pode chegar ao STF debaixo de ameaças de generais de pijama cuja incontinência urinária parece ter chegado ao cérebro e atingindo o que lhes resta de sobriedade e de sanidade mental.
 
Um dos ministros mais ameaçados pelas chantagens urdidas por essas forças obscuras, que agem por detrás e no comando da Lava-Jato, o braço miliciano desse governo de milicianos, seria exatamente a ministra Carmem Lúcia suspeita de homossexualidade e que teria sido surpreendida em extravasamentos afetivos com estagiárias e que agora manobra em surdina para adiar o julgamento do recurso da defesa de Lula por força da pressão exercida contra ela e contra suas preferências sexuais expondo o grau de fragilidade moral que atingiu o Judiciário brasileiro.
 
A reportagem do jornal A Folha arrasa o argumento do parecer encaminhado pela procuradora geral Raquel Dodge. Abaixo transcrevemos a matéria:
 
Folha: não há nenhum indício de adulteração nas mensagens
 
Para confirmar a autenticidade do material, a Folha procurou jornalistas que trocaram jornalistas que trocaram mensagens com integrantes da Lava Jato e o que se comprovou é que o material em poder do Intercept, sobre o conteúdo no Telegram é íntegro, ao contrário do que dizem Moro e Dallagnol
 
A Folha de S. Paulo só confirmou a parceria com o Intercept após checar a autenticidade do material. Confira, abaixo, trecho de reportagem deste domingo:
Ao examinar o material, a reportagem da Folha não detectou nenhum indício de que ele possa ter sido adulterado.
 
Os repórteres, por exemplo, buscaram nomes de jornalistas da Folha e encontraram diversas mensagens que de fato esses profissionais trocaram com integrantes da força-tarefa nos últimos anos, obtendo assim um forte indício da integridade do material.
 
Após as primeiras reportagens sobre as mensagens, publicadas pelo Intercept, no dia 9, Moro e os procuradores reagiram defendendo sua atuação na Lava Jato, mas sem contestar a autenticidade dos diálogos revelados. 
 
Depois de alguns dias, passaram a colocar em dúvida a integridade do material, além de criticar o vazamento das mensagens. Até agora, porém, Moro e os procuradores não apresentaram nenhum indício de que as conversas reproduzidas sejam falsas ou tenham sido modificadas.
 

Fonte: redação/portais